Em encontrar a data

Open data in Portugal

2014.11.04 14:15 keynesiano Open data in Portugal

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2020.12.02 13:33 StrawberryinPizza James delivery passou a minah conta para outra pessoa

bom dia pessoal, tudo bem?
Esse post é para vocês verificarem os seus dados com o James delivery e tomarem cuidado com esse app.
Eu moro fora do Brasil, mas baixei o James para mandar um presente de aniversário para uma amiga. Fiz o pedido, apaguei o app, mas não achei aonde apagar a minha conta. Deixei para lá, afinal o que poderia acontecer?
Acordei hoje com um e-mail confirmando uma compra na minha conta. Fiquei indignada, baixei o app de novo e vi que essa encomenda foi para outra cidade e com um cartão que eu não reconheço. Fui tentar resetar a senha e, além de não encontrar essa opção, vi que os dados cadastrais estavam todos zoados.
Outro CPF, outra data de nascimento, outro telefone, apenas o meu e-mail e o primeiro nome estavam idênticos. Vamos dizer que de Strawberryinpizza o nome foi para Strawberryincake. Abri o cadastro do CPF e estava lá que aquele CPF era mesmo de uma pessoa chamada strawberryincake.
Liguei na central deles e o atendente disse que a pessoa pediu para recuperar a conta dela ontem e simplesmente deram os meus dados de conta em vez dos dela. Como não existe troca de senha manual, a strawberryincake ligou lá, pediu para recuperar a conta da "Strawberry" (o nome não é extremamente comum, mas também não é nada bizarro) e dram os meus dados. ÓTIMO. Ele me disse que vão apagar a minha conta, o que leva cerca de 30 dias (mano?).
Daí fui ver que a empresa é uma merda desde o começo.
Então, gal, fica aí o meu alerta para vocês verificarem os dados nesse app, talvez ligar lá e pedir uma nova senha (já que vocês não podem fazer isso sozinhos). Mas fiquem de olho para terem certeza que estão mesmo passando a conta de vocês!

EDIT: não consigo tirar o typo do título :/
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2020.11.26 01:39 Cringezinha Estou com Covid-19

Há alguns dias meu tio pediu à minha mãe que eu cuidasse dos filhos dele para que ele fosse ao médico e eu, que saí pouquíssimas vezes durante a pandemia, fui até a casa dele e tomei conta das três crianças. Ele e minha tia me cumprimentaram sem máscara e nada me disseram, mas quando eles estavam fora o filho mais velho deles de 6 anos me contou que haviam ido fazer um teste de Covid porque naquela semana eles foram visitar uma amiga e a moça estava infectada. Fiquei muito chateada por não terem me dito isso, mas não reclamei, e hoje tive o resultado disso no meu teste. Positivo.
A dor no corpo e a dor de cabeça são muito incômodas, a falta do gosto e do cheiro das coisas também. Sempre tive uma saúde um pouco frágil, principalmente em relação à minha garganta e ao meu ouvido, que agora estão irritados o tempo todo assim como os olhos. A parte boa é que a minha febre não está alta.
Minha mãe, que mora comigo, infelizmente contraiu o vírus também. Ela está pior que eu.
Tudo o que eu posso dizer para vocês é que se cuidem, que não tenham contato com outras pessoas, nem mesmo da sua própria família, porque não sabemos de onde o vírus vem.
Vocês não tem noção do quanto eu estava feliz e bem antes de isso acontecer. Estava me alimentando de uma maneira muito saudável e fazendo exercícios físicos, minha saúde mental estava (e ainda está) uma beleza, tinha participado de um teste seletivo para um estágio melhor, estava trocando uma ideia com o rapaz de quem eu sempre gostei, e agora eu não posso nem vê-lo e dar um abraço nele porque a ideia de ele adoecer por minha causa dói. Dói saber que se eu for visitar meus avós eles vão adoecer, mas dói ainda mais saber que meus tios com certeza vão visitá-los e colocarão a saúde frágil deles em risco. Dói pensar que ficarei muitos dias isolada sem poder ir caminhar no parque por receio de encontrar alguém conhecido e ter contato com essa pessoa, ou que não poderei ir ao mercado escolher quais frutas eu quero comer. Dói saber que não poderei comprar um presente de aniversário para a minha mãe e que iremos comemorar essa data sozinhas, porque ela gostaria tanto de estar ao menos com a melhor amiga dela. Mas o que mais dói, tanto quanto o meu corpo, é saber que duas pessoas da minha família não tiveram o mínimo de consideração por mim e pela minha integridade física.
Acho que me perdi no desabafo, mas é isso. Cuidem das pessoas que vocês amam e sejam gentis consigo mesmos. Ninguém tem culpa desse vírus estar nos afligindo, mas todos temos a responsabilidade de não propagá-lo ainda mais.
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2020.11.20 17:54 rafaelchampion Eu acredito que estejamos condenados como sociedade e como espécie

Postado originalmente por mim no offmychest.
Aviso: eu posso dizer algumas coisas que causem gatilho ou desagradam algumas pessoas. Se você não estiver se sentindo bem, aconselho não prosseguir.
Eu acho que a espécie humana está condenada. A vida neste planeta existe há cerca de 4 bilhões de anos. Não posso nem pedir para você parar e tentar entender o que essa frase significa. Nossos cérebros não são capazes de analisar números tão grandes. 4 bilhões. São 9 zeros.
Somos uma espécie de muita sorte, resultado de 4 bilhões de anos de evolução. Atmosfera sufocante, calor, frio, meteoros, terremotos, vulcões, tempestades solares, radiação, possíveis explosões de raios gama do espaço sideral, predadores, doenças, acidentes, até mesmo a própria estrutura esquisita do nosso universo. Cada uma dessas coisas poderia ter sido responsável por nos eliminar em qualquer ponto de nossa obstinada vontade de sobreviver.
Nossos corpos passaram de apenas uma única célula lutando para absorver algumas moléculas microscópicas para pequenas coisas flutuando no mar para coisas que nadam para coisas que rastejam para coisas que andam para coisas que constroem para coisas pensantes. É um caminho enorme até onde nos encontramos agora.
A evolução acontece em pequenos passos, levando muitas gerações para evoluir e aperfeiçoar um único traço. E ainda assim parece que ela falhou em algum lugar nesta jornada. Não consigo identificar onde, mas algo deu errado. Devíamos ter sido capazes de desenvolver melhores estruturas cerebrais para o comportamento social. Devíamos ter evoluído para priorizar o pensamento racional e crítico. Devíamos ter selecionado melhor nossos traços para compreender melhor o mundo e o universo ao nosso redor e traçar nosso objetivo como espécie.
Mas não. Estamos muito ocupados com preocupações individuais de longa data, preconceitos teimosos e equívocos, pensando em uma forma de construir conforto para nós mesmos, para que possamos buscar ainda mais conforto e sedentarizar e traçar uma autoimagem de ser uma pessoa boa neste mundo. E nesse caminho, continuamos tendo que lutar contra o racismo, a falta de igualdade de gênero, a discriminação contra os homossexuais e cada pessoa que vive diferente de nós, guerras, desavenças, vergonha social, depressão, bullying. Consegue ver onde nós chegamos? Sobrevivemos bilhões de anos apenas para nos matar ou morrer pelas mãos de nossa própria espécie.
Você sabia que a Terra tem uma data de validade? Um dia, esse pálido ponto azul será engolfado por nosso próprio sol quando seu combustível começar a acabar.
Você sabia que o universo está tentando nos matar o tempo todo? Rochas gigantes errantes podem chegar até aqui e acabar conosco a qualquer momento, e não temos nenhuma tecnologia disponível hoje para impedir isso. Podemos ser varridos por uma explosão de raios gama vinda de um blazar. Nosso sol pode ficar doidão e fazer chover sua corona eletromagnética sobre nós, queimando nosso planeta. Nossa crosta pode se sobrepor severamente, liberando uma tonelada de magma, fumaça e poeira no ar, sufocando-nos e matando nossas plantas. Qualquer nova doença viral ou bacteriana inesperada pode simplesmente aparecer a qualquer dia e atingir nossa sociedade despreparada (e comprovadamente relutante em obedecer às regras sanitárias).
Ainda estamos perdendo tempo criticando se casais gays podem se casar, ou reclamando quando uma mulher tenta ter seu salário igualado a um homem, ou brigando com alguém pela cor de sua pele, ou mesmo batendo em alguém pelo homem no céu que eles acreditam ou deixam de acreditar que existe.
Devíamos reunir nossos esforços para a perpetuação de nossa espécie no universo. Encontrar maneiras de manter seguros nossos muitos anos de estudos e conhecimento sobre o universo que nos cerca, caso este pequeno planeta seja expulso do jogo. Devemos ser capazes, com os recursos que temos neste planeta, de dar a cada ser humano uma vida boa, digna, com igualdade, e até mesmo respeitar a nossa natureza, plantas e animais, com esta grande fonte de energia que temos que é o nosso sol .
Mas não estamos fazendo isso. Porque falhamos. Nossas diferenças deveriam ter sido algo que já resolvemos, mas são um motivo de conflito como nunca antes. Nossa ciência é desacreditada, o estudo, o pensamento racional e crítico são desencorajados. Seremos apanhados de surpresa quando algo nos acontecer e este será o nosso fim: porque estamos muito ocupados lutando uns contra os outros. Não acho que haja tempo para consertarmos nossa espécie. Isso já deveria ter acontecido. Estamos piorando mais e mais a cada dia. Na verdade, parece que estamos retrocedendo. Desevoluindo.
Isso me deixa muito triste porque passamos por tantas coisas para estar onde estamos hoje, e vamos encontrar uma maneira de jogar tudo fora, porque quando chegará a nossa hora de mostrar o quão longe chegamos, quão avançados e inteligentes nós somos, estaremos ocupados lutando uns contra os outros.
Espero que alguma forma deste texto sobreviva ao futuro para ser encontrado por algum tipo de vida ou consciência. Para eles, tenho uma mensagem: por favor, olhem a história da espécie humana e tentem evitar os erros que cometemos. Seja gentil, seja generoso, apegue-se à ciência, pense no futuro, pare com desavenças inúteis e, por favor, tente tornar cada um de seus indivíduos IGUAIS. Ninguém merece ter mais ou menos que outro.
TL; DR: Estamos lutando uns contra os outros em vez de tentar evoluir e colonizar outros planetas. O fim chegará antes que possamos parar de lutar contra nós mesmos.
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2020.11.13 21:05 AdsonLeo [Encontro Miojo] Trabalhando Como um Condenado (3º level, D&D 5e)

Mais um encontro para utilizarem e se inspirarem. Como sempre, está também no blog.
Sexta-feira 13, Encontro Miojo de número 13. Nem se fosse combinado poderia dar tão certo!
Hoje é dia de preparar os perigos que aventureiros enfrentarão neste final de semana. Apesar da data o encontro não é de terror. Se estiver de olho num desses recomendo No Escuro a Dor Tem Mais Sabor, encontro que com certeza deixará todos de cabelo em pé, ou o monstro Inquisidor Cata-Alma, que pode inspirar sinistras aventuras.
Para este teremos duergar! Caminhando numa linha tênue entre aliado e inimigo, essas criaturas conscientes e organizadas servem propósitos maravilhosos em nossas campanhas.
Suas culturas distintas da norma estabelecida na maioria dos cenários, e também da nossa própria, nos dão a oportunidade de explorar zonas interpretativas curiosas e desafiadoras. Aproveite esse tipo de encontro para fazer com que jogadores e personagens questionem seu próprio comportamento e a fonte deles. Afinal, o que fazemos e pensamos é fruto da nossa cultura, independente de termos ou não consciência disso.
Este encontro é um desafio considerável para um grupo de 4 personagens no level 3. Nomes em negrito se referem a criaturas encontradas em material de D&D 5ª edição e serão seguidos por uma notação entre parênteses com o nome do livro e página em que se encontram.

Ganchos de História

Algumas sugestões que alteram pontos chave do texto mas podem ser interessantes para você:

Resumo

Os personagens se encontram com um grupo de duergar no meio de uma sessão de tortura. Acompanhados por um duergar hammerer, sinistra máquina de minerar, eles se divertem com o sofrimento da criatura aprisionada dentro dela.
Descobre-se que a caravana é composta de mercadores e que, apesar de justificada, a punição aplicada é justiça feita pelas próprias mãos. A dupla de anões está disposta e conversar, mas possuem seus próprios limites.

Os Envolvidos

📷 Dois duergar (Monster Manual, 122), acompanhados de três male steeder (Mordenkainen's Tome of Foes, 238) que eles usam para transportar mercadoria, observam com contentamento a máquina a frente deles. Esta, uma duergar hammerer (MTF, 188), se movimenta para lá e para cá, quebrando pedras e as levantando e depositando novamente no chão. Este trabalho não serve função alguma, a não ser causar dor na criatura aprisionada dentro do construto e satisfazer os demais.
Todos presentes, incluindo o prisioneiro, formavam uma caravana mercante. Eles viajavam pelas cavernas do Underdark trocando, comprando e vendendo toda sorte de coisa. A última carga envolvia o duergar hammerer citado. O torturado teve a brilhante ideia de tentar roubar para si o construto e vender depois, dinheiro que valeria seu emprego de entregador.
Os torturadores o pegaram no ato e agora mostram um pouco da disciplina duergar para ele. Se aproveitando do propósito macabro da máquina - tirar energia da dor e sofrimento do aprisionado - decidiram dar uma lição ali e agora.

Desenvolvimento

Se perceberem a aproximação de estranhos os dois duergar fora do hammerer ficam em alerta mas não hostis inicialmente. Como viajantes mercadores ele estão acostumados com compradores esporádicos das estradas, mas também com bandidos. Eles estão dispostos a negociar qualquer tipo de mercadoria que pareça valiosa, e também possuem algumas coisas que possam interessar ao grupo (a seu critério os tipos de itens e seus valores).
Em conversa sobre o que ocorre ali eles contam tranquilamente o que aconteceu - o transporte do hammerer e a tentativa de roubo. Apesar de tortura desse tipo ser prevista em leis e etiquetas duergar, esta é aplicada por conta própria pelos mercadores e pode ser questionada. Ele são firmes em se achar no direito de aplicá-la, e não aceitam serem contrariados mais vezes, ainda mais por forasteiros e seres da superfície.
Uma das poucas formas de fazê-los parar é o argumento de que o hammerer pode ficar danificado e diminuir o valor de venda. Sob este argumento eles pensam melhor o quanto vale a pena continuar com aquilo ou não. Se achar necessário peça por um teste de Carisma (persuasão) de CD 10.
\Caso esteja usando a sugestão para* OotA, argumentar que estão ali pela Ylsa é um bom ponto a favor dos personagens, mas a dupla duergar não gosta de dedo duros\*
Eles, se continuarem desimpedidos, levam a seção de disciplina por mais alguns minutos mas não vão até o fim. Fazem a máquina parar antes do prisioneiro morrer, o algemam e amarram em um dos steeders para que seja levado de volta à cidade pra ter mais um julgamento, dessa vez dentro das leis de fato.
Se forem interrompidos de forma mais incisiva e violenta os duergar, male steeders e o duergar hammerer, comandado pelos mercadores, lutam contra o grupo ao máximo de suas capacidades, mas não até a morte. A dupla não quer perder suas vidas ou a dos steeders e nenhuma mercadoria valiosa como o hammerer. Eles interrompem a batalha se o hammerer estiver próximo de ser destruído ou qualquer uma das criaturas da caravana morrer ou for usada como refém. Nesse caso, vencidos pela força bruta, eles soltam o prisioneiro ou cumprem outras exigências do grupo de bandidos que os vandalizou.
📷

Qual Sua Defesa?

Entrando em contato com o prisioneiro, seja por telepatia, após ele ser liberto do construto ou de outra forma disponível ao grupo, é possível verificar que a história é verdadeira. Sua mente não esconde e ele não tenta se defender, preferindo ficar em silêncio e encontrar aberturas para fugir, se possível.
Se decidirem ajudar o prisioneiro ele fica estoicamente grato. Odiando profundamente os antigos colegas de trabalho, quer matá-los se estes já não estiverem mortos. Ele ainda planeja pegar o hammerer para si, talvez um steeder também, e nunca mais entrar em contato com seus antigos contratantes. Porém não se opõe se os personagens, mais bem equipados e em maior número, tiverem outros objetivos para os duergar, steeders e hammerer.

O Que Vem Depois?

  1. [OotA] Ylsa Henstak agradece o grupo que foi atrás de seus empregados e oferece moedas, ais trabalho ou companhia para a próxima cidade destino.
  2. Tudo termina bem entre o grupo e caravana. A dupla de duergar torturadores pode guiar o grupo até o próximo objetivo ou passar mais informações, tanto sobre os anões das profundezas quanto o Underdark, que possam ser úteis em interações futuras.
  3. Os personagens agrediram uma caravana mercante. As notícias se espalham rápido e sua caras ficam conhecidas. A já famosa hospitalidade duergar fica ainda melhor.
  4. Em posse de um hammerer o grupo agora precisa encontrar um jeito de transportá-lo, além de lidar com toda a atenção que este item atrai. A quem ele pertencia anteriormente?
  5. O prisioneiro, se vendo livre, persegue o grupo em busca da oportunidade perfeita para roubá-los.
  6. Um dos itens comercializados pelos anões é muito curioso, talvez até familiar para um dos personagens.
  7. Três steeders são demais para apenas dois duergar e eles não se importam em vender um. Agora o grupo tem um animal de carga, ou até uma montaria, digna do Underdark!
Gostou da aventura? Tem alguma crítica, elogio ou sugestão? Deixe um comentário! Se tiver usado alguma ideia apresentada no texto comente aí como foi, adorarei ler como tudo se deu na sua mesa. Até a próxima.
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2020.11.08 15:55 TapiocaPensativa Eu sinto que preciso me distanciar de um amigo próximo meu, mas tenho medo da reação dele.

Então, tem esse cara que é um amigo meu de longa data, a gente já passou por muita coisa juntos e sempre fomos amigos íntimos. Eu gosto muito dele, mas de um certo tempo pra cá a nossa relação vem ficando exaustiva, pelo menos pra mim, pois adotamos uma rotina onde toda noite nós passamos juntos em chamada de voz, conversando, assistindo, jogando, etc. Claro que eu acho divertido passar um tempo com meu amigo, mas eu não sou mais capaz de manter essa rotina. Eu já tentei conversar sobre o assunto com ele antes e a resposta foi super negativa, ele se desesperou e rejeitou fortemente essa possibilidade. Ele é uma pessoa um tanto solitária e se deixa depender muito de mim pra ter alguém que converse com ele no dia, sempre diz que passa o dia sem fazer nada, me esperando acabar meus afazeres pra gente conversar, porque ele não se interessa em mais nada, até mesmo em tentar fazer novos amigos. Óbvio que eu não quero meu amigo sofrendo com a solidão, mas essa relação de dependência que se criou eu não posso sustentar mais, eu venho acumulando cada vez mais responsabilidades, eu passo boa parte do dia ocupado e o único tempo livre que eu tenho, que seria de noite, eu não estou conseguindo usar nem pra cuidar de mim mesmo, pois "tenho" que passar sempre a noite fazendo companhia a ele, se não ele fica triste, reclama, as vezes até começa a conversar comigo como se estivesse com raiva ou mesmo desinteressado. Além disso, ele é bastante ciumento, nunca brigou comigo de fato por causa disso, mas é nítido o incomodo que ele sente quando eu estou falando com alguém que não é ele e sinceramente isso me incomoda bastante. Sempre fica me acusando de estar perdendo interesse nele, me fazendo perguntas detalhadas sobre o que eu fiz durante o dia, como se eu estivesse fazendo algo de errado e escondendo dele, sendo que não estou, eu só estou interagindo socialmente com outros seres humanos, mas pra ele isso parece o pior crime possível a ser cometido. Já passei por relacionamentos abusivos antes e ciúmes é um dos comportamentos que mais me trouxe problemas nesses casos. De novo, volto a falar que gosto muito desse cara e desejo tudo de bom pra ele, já passamos por muito juntos e sempre nos ajudamos em momentos difíceis, eu sou muito grato por isso. Mas é que o rumo que essa relação tomou tá me desgastando e muito, sinto que se continuar assim eu vou entrar em colapso, eu já não tenho tempo direito nem pra cuidar das minhas coisas. Eu tenho meus problemas pessoais, tenho outros relacionamentos que precisam de atenção também, tenho minhas responsabilidades e metas pra alcançar e muitas outras coisas, ter essa responsabilidade de satisfazer as necessidades do outro sempre é mais do que eu posso aguentar, é mais do que eu consigo oferecer. Me sinto preso, queria encontrar uma saída pra essa situação que ferisse menos os sentimentos do meu amigo, mas que me permitisse ser livre também. Eu entendo que ele tem causas e condições que o levaram a agir desse jeito comigo, eu sei que ele tem medo de ficar sozinho, que ele é muito emotivo e sensível, eu faço o meu melhor por ele, mas ele não pode mais depender de mim e eu não posso mais servir como esse "porto seguro" pra ele, isso simplesmente não funciona pra nenhum de nós dois. Não quero deixar de falar com ele, só quero assumir que não dá pra gente continuar nossa amizade do jeito que tá, eu preciso seguir em frente, trilhar meu próprio caminho, independente de qualquer um.
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2020.11.06 21:50 RiKoNnEcT Comunicado do Paços de Ferreira referente ao jogo com o Moreirense

O F.C. Paços de Ferreira, Sduq, Lda. (FCPF), vem pelo presente informar que na passada 2ª feira, dia 2 do corrente mês, foi contatado na pessoa do seu Presidente, com vista ao eventual reagendamento do jogo com a Moreirense Futebol Clube – Futebol SAD, previamente marcado para o próximo dia 7, amanhã.
Prontamente demonstrou a sua disponibilidade desde que as consequências daí decorrentes não viessem a prejudicar desportivamente o FCPF, designadamente em momentos em que se pudesse verificar a ausência de atletas, em intervalos entre jogos e micro-ciclos programados.
Mais deu conhecimento que seria necessário um entendimento durante esse mesmo dia de forma a não afetar a programação da atividade da equipa de futebol profissional.
Durante todo o restante dia, não foi possível encontrar soluções consensuais entre os clubes.
Não obstante, ultrapassado o prazo estipulado, o FCPF voltou apenas a ser contatado na pessoa do seu Presidente no dia 4/11/2020, tendo o mesmo sugerido que a Moreirense SAD solicitasse à Liga Portugal uma reunião entre as partes, para que de forma célere e eficaz se encontrassem soluções para o necessário reagendamento do jogo.
Ainda nesse dia, no final da noite, o FCPF foi convocado para a realização de uma reunião nas instalações da Liga Portugal, no dia 5/11/2020, à qual compareceu juntamente com o representante da Moreirense SAD.
Discutido o tema juntamente com a Liga Portugal, o FCPF transmitiu a disponibilidade para o reagendamento e teve nessa reunião conhecimento do alegado elevado número de infetados pela Covid-19.
Esclareceu as condicionantes para a designação da nova data, designadamente a participação de atletas seus em jogos de seleção e a necessidade de realização da 7ª e 8ª jornadas da Liga NOS em tempo útil, de modo a permitir que o FCPF, possa, legitimamente aspirar à participação da fase final da Taça da Liga.
Para que se cumprissem as condicionantes tornar-se-ia a concordância de outras sociedades desportivas para que se evitasse a sobreposição de datas nas jornadas subsequentes, o mesmo sucedendo com a necessidade de aceitação por parte do operador televisivo quanto às datas a designar e jogos a alterar. Assumiu a Moreirense SAD o compromisso de diligenciar pela obtenção da anuência destes intervenientes para datas que inclusivamente, ficaram pré-definidas nessa reunião.
Mais foi assumido o envio à Liga Portugal da lista dos atletas impedidos de comparecer no jogo designado.
Finalmente, ficou acertado que tudo deveria estar esclarecido e solucionado durante a tarde do dia 5/11/2020.
Uma vez que até às 18h, o FCPF não havia sido contatado por nenhuma entidade, designadamente a Moreirense SAD, dando conta da possibilidade ou impossibilidade das entidades envolvidas no pretendido reagendamento, transmitiu que uma vez que não se encontravam verificadas as condições consensualmente assumidas, tornar-se-ia imperativo a realização do jogo designado para o dia 7/11/2020.
Desde a reunião ocorrida pelas 11:30 na sede da Liga Portugal, o FCPF não voltou a ser contatado direta ou indiretamente pela Moreirense SAD, crendo que não lhe foi possível obter as necessárias concordâncias dos demais intervenientes.
O FCPF tomou conhecimento do comunicado da Moreirense SAD, e sem equacionar a veracidade dos factos e motivos aí invocados, não pode assumir e transformar o infortúnio de terceiros num problema seu.
O FCPF tem toda a legitimidade para lamentar todo este processo, tanto mais que foi voz ativa e permanente durante a paragem do campeonato na época 2019/2020, de que haveria necessidade de criar regras, mesmo com carater excecional, para situações desta natureza, sendo que essa sua pretensão não mereceu o acolhimento devido.
Apesar disso, e sem que tenha qualquer garantia de que numa situação idêntica teria a compreensão de uma outra qualquer sociedade desportiva, tudo fez que de si dependia para encontrar uma solução consensual.
A Liga Portugal terá com certeza uma posição formal sobre todo este processo que não será ímpar e a quem compete a aplicação dos Regulamentos que as sociedades desportivas aprovaram (infelizmente) em prejuízo próprio.
Sabemos que esta é uma situação que pode afetar todas as sociedades desportivas, mas importa minimizar riscos e é por essa razão que o FCPF implementou regras rígidas e despende milhares de euros mensalmente no cumprimento dessas regras e na realização de testes, com afetação grave do seu orçamento.
Desejamos a todos aqueles que possam estar a viver as consequências desta pandemia um rápido restabelecimento.
Source: https://www.fcpf.pt/2020/11/06/comunicado-fc-pacos-de-ferreira-sduq/
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2020.10.29 10:18 nofimnaime Palavras Somente.

Eu não aguento mais conversar comigo mesmo, e como não tenho mais pessoas para isso, essa é a melhor solução. Minha vida só desanda, e desde 2017 eu não consigo segurar as pontas, tive perdas que até hoje me doem, e escolhas nas quais eu me arrependo toda a noite antes de dormir. Consegui afastar esses pesos algumas vezes durante esse tempo, mas ele volta com mais carga, cargas atuais, e isso sempre vem a calhar na semana do meu aniversário. Mas esse peso não é a dor que quase me fez ser atropelado no meu aniversário ou a entrar em pânico na frente de um mercado. Uns meses atrás conheci uma pessoa, e eu naquele momento só queria sair com alguém, aproveitar uma nova amizade e ter aquele lance casual, era só isso, eu estava no meu canto escuro do quarto, já acostumado com esse peso no meu peito, e não queria mais dor de cabeça. E infelizmente eu conheci ela, eu não dava nada pra aquela desgraçada, as mensagens trocadas porém, me fez sentir algo por ela, aquele tipo de sensação "Ok, quero ser seu amigo", e desse jeito eu descobri que ela também não estava bem, tinha acabado de sair de um relacionamento complicado de 5 anos (3 anos de namoro, mas já sofria por 5 anos), e eu botei aquilo na minha cabeça, só queria ter uma pessoa pra conversar, conviver e aproveitar tudo que dava, e depois de uma longa espera de dois dias de conversa, resolvemos se encontrar, morávamos perto do outro, na qual no meio do caminho tinha um parque, perfeito meio termo para ambos, e quando eu vi ela, tudo que eu tinha montado sobre ela mudou. Aquele mesmo sentimento que você olha e admira aquela pessoa no trem, acha tudo incrível e pensa "e se...", o diferencial mesmo foi já conhecer ela, e a cada detalhe, conversa e risadas daquele dia, eu tive a infelicidade de nutrir um sentimento por ela... Não demorou muito para as coisas rolar entre a gente, tínhamos um entrosamento perfeito, e estávamos lá, indo pra minha casa no nosso primeiro encontro, e o que eu achei disso? Eu realmente tinha me apaixonado pelo brilho do olhar dela, o sorriso dela me trazia pás e a voz dela me acalmava, era tudo que eu queria até o momento, chegando lá ela me explicou que o ex relacionamento dela ainda pesava naquele momento, lógico que eu me desapontei um pouco, mas era apenas uma apaixonisse de momento, dava para reverter, e fiz o que tinha que fazer, falei que não iria servir de ponte para ninguém superar ninguém, acabou que ela dormiu na minha casa... Foi uma das melhores noites da minha vida? CLARO PORRA, E AINDA ELA FOI A PROTAGONISTA DE UMA DAS CENAS MAIS MEMORÁVEIS DA MINHA VIDA. No outro dia, conversamos ainda mais, e na dúvida que eu estava, esperei pelo movimento dela, pra mim tudo é um jogo, cada detalhe e ação conta, e o turno dela foi pedir um Uber pra minha casa, pra passar outra noite comigo, e ela estava incrivelmente linda... maquiada com uma delicadeza... vestido que abraçava a arte corporal dela... e a boca que porta o melhor dos sorrisos...
Foi nesse momento que eu cometi o maior erro de todos, depois de uma noite incrível (outra), eu falei que queria ela pro resto da minha vida, ela ainda estava afetada pela outra, mas o coração dela já sentia alguma coisa por mim, além do relacionamento passado dela, tinha a minha ex...
E então eu entro no meu primeiro inferno.
Sim, é isso mesmo que você está pensando, 4 dias de conversa e eu já estava pedindo ela em namoro, eu não conhecia ela direito, e muito menos ela me conhecia, só que aqueles momentos foram ótimos, e foram por bastante tempos, mesmo com autos e baixos, só que cada vez que ela deitava no meu peito, e a gente conversava fica mais nítido que os dois se amava, e saiu dela, o primeiro "te amo", na qual terei a dor de nunca esquecer, e foi assim que depois de 6 dias de conhecer ela, resolvemos entrar em um relacionamento, depois dela ter completado um mês de sair do dela, e eu de ter tentado incontáveis vezes de retorna com minha ex. Aliás, minha ex... todos nós temos problemas, e o problema dela sempre foi se depender demais de mim, morávamos juntos, e depois de perceber que a gente não daria certo, terminei e voltei pra casa, porém ela era destruída psicologicamente, uma vontade de suicídio constante, e eu tinha medo de isso se torna uma realidade, mesmo terminando com ela, a moça nunca deixou de ter minha importância, antes de sermos namorados, eramos amigos, e isso não acabou, sempre vou me importar com ela, como a grande amiga que ela é. E nossa protagonista não entendia isso, até tentou compreender a gente guardar por um tempo, mas ela queria nos anunciar para o mundo... E no começo eu não entendia o "pra que?" só tentava explica que isso poderia acabar com a vida de uma pessoa, e depois de uma semana nisso, se encontrando todos os dias com ela, resolvi conversar com minha ex. Expliquei pra ela o que estava acontecendo, e que eu tinha encontrado outra pessoa, que não queria perder o contato dela, sendo ela uma das pessoas mais importantes da minha vida, acabou que minha ex entendeu, e ficou ressentida, ela sentia muita coisa, e queria voltar... mas ela seguiu o caminho dela e me deu apoio, ela simplesmente me queria feliz, era só eu correr pro abraço da minha então amada e vocês teriam lido o começo de uma linda história de amor...
E então eu senti pela primeira vez a chama silenciosa do primeiro inferno.
A pessoa cujo eu já chamava de "Vida", não achou isso o bastante, mesmo já declarando nosso namoro, ela queria mais, pediu pra eu cortar contato com minha ex, vulgo melhor amiga, dizia que não daria certo e me pressionou a prometer isso pra ela, e nesse meio termo, eu tive que ver ela tentando reconstruir uma amizade com a ex dela e falhando miseravelmente no mínimo, mas BELEZA, segui deixando a minha ex de lado e fui construir o que eu queria com a pessoa que eu desejava, e nas primeiras semanas, foi maravilhoso, eramos a melhor combinação do mundo, dava pra sentir os outros casais invejando, a gente era mais entrosado que Romário e Bebeto, mais bonito que o sol se pondo em um céu laranjado, muito mais divertido que o todo o elenco dos Barbixas fundido com o Hermes e Renato, se você não entendeu que éramos incríveis, coloca todas as referências ao seu gosto que você vai entender. Só que eu descia mais para o inferno e não sabia.
Os outros níveis do inferno.
Todo mundo briga, não é nenhum erro discordar com alguém, e os lados se alterarem, mas o meu pavio estava curtíssimo... Eu não me aguentava, imagina então os erros das outras pessoas? E eu falava com ela o que me incomodava, e não era coisa básica do tipo "aí não gosto do seu sotaque" tava mais pra "você poderia falar menos putaria no meio da rua entre as pessoas?". E isso foi piorando, e eu não sou nenhum santo, muito pelo contrário, sei que errei de ter falado com ela daquele jeito, e então foi aí que o MEU jogo começou a trocar de estilo, eu percebi que tinha que mudar meu jeito, meu comportamento e minha forma de tratar algumas coisas. Sou explosivo, se tem que brigar, eu brigo, mas cara, eu não queria perder ela, e nessas foi me tocando que poderia ser melhor eu me trancar na fúria e dialogar na calma, e sim, eu me moldei a ela. Não, não errei só nisso, fiz coisas na qual eu não me orgulho e nem sei como aconteceu, porém, eu estava lá, ouvi o dela, e mudei, é um mérito meu, eu quero que você que está lendo tenha sua própria resposta para isso, pois a minha resposta é, não, isso não é um mérito, se você percebe que está errado, você muda, ok! Ok? E eu infelizmente não vou te dar um Plot Twist e falar que estamos vivendo lindamente, pois a gente desceu mais os degraus... No nível de começar a culpar o jeito no qual a gente conversava no whats para poder brigar, ela falava que eu era outra pessoa no whats, que respondia seco e era monossilábico, eu nunca vi isso, para começo de conversar, e ninguém nunca reclamou isso de mim, o que eu achei mais estranho, porém ela falou que outras pessoas que ela mostrava minha conversava concordava com ela, e tentei mudar isso, mandava mas áudio no intuito de ser mais confortável pra ela, e então chegou nosso primeiro mês de namoro...
Eeeeeh laiá, se quiserem numerar os infernos, fiquem à vontade, pois eu não tenho saco.
Eu sempre odiei isso, de mêsversario, maluco, ninguém quer saber que seu bebê feio está fazendo 8 meses, ou então seu relacionamento que ninguém liga está no terceiro mês, sabe quem se importa pro seu relacionamento, você e sua companheira, e... era importante para nós dois... pra mim pelo menos...
Chegou o cujo dia, e eu tinha planejado uma coisa simples, porém de coração. Vinho, uma pizza, janela aberta com iluminação da lua, era um momento especial na qual queria deixar ainda mais especial. Não falei nada, só deixei as coisas acontecer, e eu não sei por qual motivo, mas ela não estava me ajudando para isso (descobri depois o porquê) e meio que ficava "aí vc quer me ver ou não", meio que se não fosse óbvio que SIM, não só pela vontade de ver ela todo o dia, como pela data, e eu falava que queria, porém ela achou que faltou "vontade" nas minhas palavras, e resolveu ir em uma festa no dia que marcava um mês no nosso relacionamento, eu não acreditei, fiquei encabulado, cara, era nossa noite, noite na qual você optou por passar com pessoas que eu nem sabia quem era, e sem mais nem menos, e vamos discutir de novo... Mas dessa vez foi diferente. Fui na casa dela, já tínhamos conversado sobre o que aconteceu pelo telefone, ela falando que eu não fui direto e parecia sem vontade de ver ela, e eu explicando que não, e que ela cagou pra mim e foi pra uma festa como se fosse nada de mais... Acabou que ela me falou que estava muito cansada pra um relacionamento sério, e que achava melhor a gente dar um tempo, até ela se sentir confortável para estar em outro relacionamento... Tudo que eu queria, era não perder ela, concordei como um desesperado, porém falei que não iria aceitar algumas coisas, entramos em um consenso, e agora sim estamos felizes até agora, claro que não...
Depois desse episódio, resolvi me dedicar ainda mais, fazia tudo que dava pra ela, andava pra qualquer canto com ela, ia buscar, levava ela, talvez vocês nem acredita, mas eu mudei a direção do vento só pra ver o vento tirar o lindo cabelo dela da frente do mais belo rosto, e isso não foi o bastante. Ela buscava mais coisas para a gente discutir, com coisas do tipo "não se mexe no celular na companhia de alguém" é até verdade, mas dá pra você abrir uma excessões quando você passa o dia inteiro com a pessoa, mas eu aderi, e continuei me mudando por ela, era meu foco a melhora dela, e ter nossas alianças de volta "sim, eu comprei alianças, e ela tirou quando pediu o tempo". Mas foi aí que as coisas começaram a mudar pra mim, não vou esquecer que a gente passou mais um tempo de boas, mesmo depois dela ter pedido o tempo dela, a gente brigou muito, e nisso eu estava pensando "será que é bom pra nós dois?" só que quando a gente passava a tarde juntos, eu perdia esse pensamento, pois eu amava ela de verdade, cogitei terminar sim com ela, mas a gente conversava e se resolvia, porém foi nessa que eu percebi que só uma pessoa mudava, eu...
E então, chegamos no último inferno.
Essa epopéia estava no fim, e eu nem percebi, mas vamos logo para o último capítulo. Eu já conhecia a família dela, pelo menos a parte que ela sente alguma coisa, e chegou a vez dela conhecer a minha, meu irmão que tava em Brasília veio com a minha prima e era o momento perfeito, minha mãe ia preparar um almoço especial, chamou até minha tia e meu tio, tava tudo perfeito, só não esperava por uma coisa importante, ela não ir... Então vamos lá, bora começar uma semana antes, ela estava mal, se sentindo triste, fui na casa dela e troquei meu melhor amigo (que estava fazendo aniversário) pra ficar com ela, ele simplesmente me implorou para ir, e eu só falei "me ocorreu um imprevisto", era ela o imprevisto, e dei a força que ela precisava, beleza, no outro dia ela saiu com a amiga dela (coisa que me incomodava, já que a amiga dela incentivava ela ficar com outras pessoas, mas dessa vez, eu achei que ela precisava sair da casa dela). Só que ela ainda estava meio pra baixo, e no final de semana, especificamente sábado, resolvemos sair, ela com a galera dela, e eu com meu amigo que eu tinha furado, no domingo era o almoço, beleza, a gente conversou no whats e parou em um momento da noite, eu não me lembro do restante da noite, fiquei muito bêbado (e não, não fiz nenhuma merda de bêbado, só não me recordo de como eu voltei pra casa e que horas), acordei cedo, que é estranho, e antes mesmo de mandar mensagem pra ela, 6h ela me manda um áudio, falando que tava voltando pra casa da amiga dela naquele horário e que não daria pra ir pra minha casa conhecer minha família, eu fui destruído aí, mandei um "tudo bem", esperei até às 7h, fui no mercado comprar as coisas pro almoço, e foi isso, a cada pessoa perguntando, "Hey, cadê a sua Vida", eu simplesmente colocava um sorriso falso no meu rosto e falava "tá passando mal hoje, vai ficar em casa", no meio do almoço ela me ligou, e eu falei que fiquei mal com isso, e que não queria ver ela. E lembra que eu falei que via as coisas como um jogo, foi esse momento que eu pensei em desistir de tudo, o mais forte desse sentimento. Ela veio em casa, e me ouviu dizer que não queria mais aquilo, eu tinha cancelado trabalho pra ir ver a família dela, quando ela ficou na rua pra não ver a minha, mas eu fui fraco, aceitei as desculpas dela... A mesma pessoa que fala que desculpa não é uma palavra, e sim uma ação, e foi nisso que eu me peguei. E no outro dia, ela tinha uma entrevista de emprego online, na qual o entrevistador não foi com a cara dela (e ele foi babaca, ela foi incrível na entrevista), s acabou nela não passando, ficou devastada, e eu ainda meio chateado com ela, larguei de lado esse sentimento, e fui ajudar ela, comprei bebida, a melhor pizza que eu podia pegar (dominos é claro) pra ver ela levando o vinho que peguei pra beber com a amiga dela...
Ok...
Queria muito ver ela, e na sexta foi o dia, IRRAAAAAAAA, vou ver ela, e ela vai passar o dia comigo, vamos ter a melhor noite de todas e nada disso vai acontecer... Tirando a parte de ver ela, eu fui, e passei incrível 3h lá, a amiga dela falou que tava na bad, e pediu pra ela ir lá, e fodac eu. Mas até aí tudo bem, a garota lá precisava de uma companhia, acompanhei ela até um lugar pro Uber ficar tranquilo, e trocamos mensagem até de noite, quando ela resolveu sair... E sumiu... De madrugada (umas 5h) ela falou que a noite dela foi incrível, que conheceu um cara na qual conversou bastante, e que se divertiu muito, e isso foi as últimas coisas que ela me falou no final de semana resto de sábado, domingo e começo de segunda. Então começou a semana, fui entregar currículo já pensando "isso não está acontecendo" "deve ter uma resposta melhor", a única coisa que ela deveria fazer, era me valorizar depois da pisada de bola do almoço, e não contente, ela me pisa na com os dois pés depois, eu precisava entregar aqueles currículos, eles perderiam a data de vencimento, já que no outro dia eu teria 23 anos, e foi o pior dia do meu ano, eu tava visivelmente abalado, cheguei a vomitar no meio da rua, e mandei mensagem pra ela, pra saber se como estava, e ganhei um incrível "oi, c tá bem?". Cara eu já não tava legal, estava no meio da rua mal, e ainda ganho uma dessa, como se fosse um qualquer na vida dela, mandei um áudio pra ela, falei que não tava, que ela tinha sumido final de semana e queria conversar com ela, e sim, já ia com intensão do pior, colocar todas as coisas dela na minha bolsa, e com a pior das hipóteses já terminava ali, só que fui surpreendido... ela responde a porra do áudio com um "ah, não sei oq vc entendeu, nosso lance é casual, eu tive um final de semana cheio, virei duas noites, pipipipopopo" as lágrimas do meu rosto já estava deixando de existir com a falta de senso dela, eu simplicidade liguei e a única coisa que eu consegui falar foi "Eu desisto." Falei que ia encontrar ela e levar as coisas que estavam na minha casa, e pedi pra ela levar as minhas coisas (inclusive as alianças que ficou com ela), quando ela me chega, toda sorridente, fazendo sinalzinho com a mão, e eu não querendo acreditar, não sabendo se ela não entendeu a grandeza dos acontecimentos, ou porquê eu era só um qualquer pra ela, ela sentou na minha frente e disse "aí, eu não vou mais correr atrás de você... E blá blá blá" era uma realidade horrível, eu não estava acreditando que vivia aquilo, eu pedi minhas coisas, dei a dela, e disse tchau, e ela teve a pachorra de me perguntar se eu não ia abraçar ela, será que em algum momento ela percebeu minha expressão facial? Ela olhou pro vermelho dos meus olhos? Ou então notou o tom da minha voz? Eu cheguei em casa, destruído, e desativei tudo que poderia, graças a Deus eu ainda tenho pessoas que se importa comigo, e me ligaram, falei que ia me isolar um pouco e que qualquer coisa poderia me ligar. Foi a pior noite da minha vida, não dormi nada, e não aguentava nada, quando chegou as 7h da manhã, resolvi sair, chorando que soluçava, e fui para o parque, sentei no banco, e fiquei lá, quando a primeira pessoa me liga, me dando os parabéns (sim, era meu aniversário), eu não sabia oq falar e disse que tava ocupado, na segunda eu não consegui enganar, e percebeu minha voz de choro, falei que logo ligava de novo, e na terceira, eu desabei, era minha ex, a única pessoa que eu não esperava, ela sempre sabe quando eu não estou bem, e ela me deu um pouco de energia, me incentivou a ir pra casa, ver minha mãe, e sair com algum amigo, levantei animado, as palavras dela fazia sentido, até lembrar que a única pessoa que eu realmente queria a ligação não fez questão, e aconteceu uma das piores coisas da minha vida, eu simplesmente olhei para um carro na rua, e fui em direção a ele, a sorte que eu tive do cara ter feriado hoje eu vejo que é incrível, a sorte que eu tive de só ter subido em cima do capô dele e ver ele de tão perto atrás do parabrisa só mexendo a boca não entendendo nada que ele falava, sai de cima do carro e sentei na calçada, depois de uma longa conversa entre um grupo de pessoas, um cachorro e comigo mesmo, resolvi ir pra casa, lavei meu rosto e abri a geladeira, minha mãe tinha feito uma torta pra mim e comprado pizza pra fazer de noite, a minha relação com minha mãe é de mais ou menos pra ruim, porém naquele mesmo dia, foi ela que me viu chorar depois de me desejar sorte, sendo que quem eu chamava de "Vida" me deu o pior parabéns possível pelo Instagram.
Até hoje, dois dias depois do meu aniversário, ela não apareceu pra falar qualquer coisa, e eu realmente não quero ver a cara dela, pois eu tô destruído, até agora eu tô recebendo ligação e mensagem de pessoas que realmente se importa comigo, pedindo pra me ver, e eu não conseguindo, porque essa é a pior versão de mim, e eles merecem muito mais que isso, eu tô pensando em tanta coisa ruim agora, e minha mente tá conturbada tentando simular isso como se nunca tivesse acontecido, e eu realmente não consigo acreditar como esses poucos meses, destruíram tanto minha vida.
Você que leu isso até agora, agradeço muito por reservar esses minutos da sua vida pra esse texto, eu começar ele umas 23h da noite, e tô terminando agora 6h17, depois de parar algumas vezes, e me desculpa pelo tamanho. Eu só achei que precisava compartilhar isso com alguém.
Obrigado por ter chegado até aqui.
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2020.10.24 07:41 LoseKiller Novidades da Semana! Quest da mona (rank 38) e evento do comerciante Liben!

Novidades da Semana! Quest da mona (rank 38) e evento do comerciante Liben!
No breve post de hoje trago novidades da próxima semana (digo próxima semana mas ambos serão liberados às 17:00 do domingo)
Quest da mona: https://genshin.mihoyo.com/en/news/detail/6064
**Data de início: -Disponível após 26/10/2020 04:00:00 (UTC +8) ou 25/10/2020 17:00:00 no horário de Brasília, sem limite de tempo
**Critérios de Desbloqueio: -Quest da História do Rank de Aventura 26 Completa -Rank de Aventura 38 ou superior e ter concluído a quest do Diluc "Álibi do Herói Obscuro" -1 Chave de Lendas (8 tarefas diárias)

Evento do comerciante Liben (Mercadorias Maravilhosas): https://genshin.mihoyo.com/en/news/detail/6066
O evento Mercadoria Maravilhosa está disponível por um tempo limitado e as missões correspondentes foram adicionadas ao Battle Pass. Conclua-as para reivindicar o BattlePass EP (BEP). (Veja os critérios de missão específicos em Passe de Batalha> Missões> Período Atual do PB). Os viajantes podem preencher os pedidos do comerciante Liben para receber uma chance de abrir uma Caixa das Maravilhas.
**Data de Início: -Disponível após 26/10/2020 04:00:00 - 02/11/2020 3:59:59 (UTC +8) ou 25/10/2020 17:00:00 - 01/11/2020 16:59:59 no horário de Brasília
**Elegibilidade: -Rank de Aventura 12 ou superior
**Detalhes do evento: -Durante o evento, os viajantes podem seguir dicas em Teyvat para encontrar um comerciante conhecido como Liben. Depois de descobrir seu paradeiro, os viajantes podem entregar os materiais necessários a ele em troca da chance de abrir uma Caixa das Maravilhas e reivindicar suas recompensas. --Liben aparecerá em vários locais em Teyvat durante o período do evento. --Liben oferecerá aos Viajantes um total de 7 caixas das Maravilhas diferentes. Cada caixa só pode ser obtida uma vez. --Os viajantes só podem ganhar 1 chance por dia de abrir uma Caixa das Maravilhas. Se a chance de abrir um caixa do dia não for utilizada, ela ficará disponível até o final do evento. Se necessário, os viajantes podem usar todas as suas chances de uma vez a qualquer momento antes do término do evento. --Quando o evento acabar, todas as caixas não utilizadas serão perdidas. Não se esqueçam de utilizá-las para recolher suas recompensas antes da finalização!!
https://preview.redd.it/95ty0ezldzu51.jpg?width=1350&format=pjpg&auto=webp&s=b07969efd5c4f3bed0965a4863f6ba56c4c1ec23
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2020.10.22 14:09 consultorseobiz Como jogar o Doodle de hoje

Como jogar o Doodle de hoje

Como jogar o Doodle de hoje?


Google doodle hoje

Você com certeza já se surpreendeu ao acessar a página do Google e perceber que a logo da empresa está diferente. Diariamente o Google muda a sua logo na página inicial com um Doodle, uma imagem interativa – que muitas vezes possui um joguinho “escondido” – em homenagem.
Por exemplo, no Dia das Mães, Dia dos Pais, Dia Internacional da Mulher, feriados diversos, aniversário de personalidades, acontecimentos históricos e afins.
E quem nunca perdeu alguns minutos do dia jogando em Doodle até perceber que havia acessado inicialmente a página do Google para pesquisar algo – e não ficar jogando?
Com certeza você sabe do que eu estou falando! Esses joguinhos têm se tornado cada vez mais populares e, por isso mesmo, o Google tem investido em formas cada vez mais divertidas e diferentes de desenvolvê-los.
Para acessar o Doodle do dia – e jogá-lo – é necessário acessar a página inicial do Google. Mas também você pode acessar em https://biva.digital/jogos-conhecidos-do-google-doodle/
Nessa página você encontra todos os Doodles realizados pelo Google ao longo do tempo, em ordem cronológica do mais recente ao mais antigo.
Além disso, na mesma página é possível encontrar os Doodles com maiores destaques e mais diferentes que já foram realizados. Nessa página você encontra todos os interativos. Ou seja, aqueles que você pode brincar e jogar.
Você também consegue encontrar os Doodles de diferentes países, nas mais diferentes datas comemorativas.
Mas nem todos os doodles são de jogos. Alguns, embora sejam interativos, têm um caráter informativo. Possuem vídeos “escondidos”, que você apenas consegue acessar clicando em partes específicas da imagem.
Fonte: https://biva.digital/jogos-conhecidos-do-google-doodle/
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2020.10.22 00:58 AdsonLeo [Encontro Miojo] A Alma do Negócio (5º Level, D&D 5e)

Mais um encontro rápido para vocês. Desta vez nos preparando para os episódios de terror e especiais de dia das bruxas! Como sempre, tudo está também no meu blog.
Olá pessoas. No encontro de hoje e nos próximos até o fim do mês faremos da vida dos nossos jogadores queridos e queridas um inferno! Para comemorar o Halloween, Dia das Bruxas, Dia do Saci ou o que seja, decidi trazer encontros que evoquem todo o horror e travessura desta data. Começaremos com uma boa e velha bruxa. Clássica e mortal, como deve ser.
Um pouco diferente do usual no Encontro Miojo, o foco fica bastante no pré-encontro. Como você o vai inserir é extremamente importante, por isso trouxe mais dicas dessa vez. O encontro em si é simples e direto, apenas use a criatura como ela é no stat block em todo seu potencial. A motivação que escolhi é pratica e funcional, mas pode abrir portas para próximas aventuras e ajuda aqueles DMs que querem algo para despertar campanhas e novas ideias.
Este encontro é balanceado para um grupo de 4 personagens no level 5. Nomes em negrito se referem a criaturas encontradas em material de D&D 5ª edição e serão seguidos por uma notação entre parênteses com o nome do livro e página em que se encontram.

Localidade e Ganchos

Em quase qualquer lugar é possível iniciar esse encontro, dado as habilidades que deixam a night hag extremamente versátil e móvel. Dada a publicação da aventura Descent Into Avernus, os Nove Infernos comporiam cenário ideal para o desenrolar dos eventos colocados. Barovia, durante Curse of Strahd por exemplo, também é soturno o suficiente para compor bem a atmosfera. Mas mais que o local em si, o maior desafio pode ser em como inserir este encontro.
Algumas situações e sugestões que eu tenho a dar são:
Um ponto específico que este encontro e os objetivos que dei para a vilã exigem é ao menos um personagem mal no grupo. É provável que seu grupo não possua alguém deste alinhamento. Ainda assim, uma night hag pode possuir outras agendas a cumprir que envolvam os personagens da sua mesa. Ou então ela tentou a sorte com alguém que parecia muito ser do lado dela do espectro.
Seja como for, utilize das sugestões dadas acima, as particularidades dos personagens de sua mesa e o que mais tiver em mãos, e com certeza este pode ser um encontro e uma vilã memorável.

Resumo

Integrantes do grupo são assolados por pesadelos terríveis. Graças a isso as noites são mal dormidas e não descansam o corpo. O cansaço, se ignorado, pode ser fatal.
Investigando a situação é descoberto que uma bruxa persegue o grupo. Utilizando de seus poderes seu objetivo é matar os aventureiros e capturar suas almas para se livrar de um contrato diabólico antigo.

Cuidado com as Letras Miúdas

A night hag (Monster Manual, 178) possui um objetivo muito claro - em anos passados ela fez um contrato diabólico com um poderoso lorde diabo de uma das camadas dos nove infernos e agora quer se livrar dele. Na ocasião do acordo ela descobriu um plano de sua irmãs para assassiná-la e substituí-la. Enfurecida, ela se voltou para este lorde diabólico em troca de ajuda para virar o feitiço contra as feiticeiras, se livrando delas. Tudo saiu como esperado. Mas, como não poderia deixar de ser, sua dívida agora era enorme e, em tempo, ela própria se tornaria pertence deste ser infernal.
Com zero planos de se tornar souvenir de alguém nos nove infernos, a bruxa quer pagar sua dívida. Tudo o que ela precisa são algumas almas. Algumas muitas almas. Os Nove Infernos trabalham com almas, principalmente as malignas e/ou corruptíveis. Agora ela anda pelos planos em busca destas para, enfim, se ver livre das amarras legais.
Em um ou mais dos aventureiros ela vê ótima oportunidade de conseguir avançar seu projeto.

Noites Longas, Dias Encurtados

Utilizando de sua habilidade Nightmare Haunting, a bruxa começa a enfraquecer o seu alvo. O objetivo final é reduzir os pontos de vida deste até que morra e, idealmente, sua alma seja capturada pela Soul Bag, descrita em Night Hag Itens.
O modus operandi dela é utilizar de suas habilidades Etheralness e Change Shape, em conjunto com a magia Plane Shift, para se manter ao máximo longe da vista ou disfarçada do grupo, prossegui-lo e, durante a noite, atuar.
Algumas noites serão necessárias para que finalmente conquiste uma alma. O alvo ficará cada vez mais fraco, com os dias contados. Obtendo sucesso - o alvo morreu e sua alma foi capturada - a bruxa vai assim que possível para os Nove Infernos entregar mais uma parcela do seu pagamento.
Caso o grupo consiga descobri-la de alguma forma e engaje em combate, ela se defende com tudo o que tem, principalmente abusando de seus magic missile à vontade. A bruxa não luta até a morte. Se vendo em posição delicada ela foge da melhor forma possível e tentará outra vez com eles ou outros.
Abordando com diálogo a bruxa, ela não parte para agressão imediatamente. Disposta a conversar e encontrar oportunidades de escapar, ela foge utilizando os meios disponíveis caso esteja do lado mais fraco da negociação. Se de alguma forma ela se ver incapacitada de o fazer, ou estiver vencendo o combate e os personagens estiverem tentando comprar sua misericórdia, ela tem interesse em barganhas que envolvam eles cederem uma das almas ou, quem sabe, o grupo passar a trabalhar para ela. Se eles encontrarem almas malignas que possas servir e as matarem, ela apenas precisa estar perto para absorver tal alma.

O Que Vem Depois?

Gostou da aventura? Tem alguma crítica, elogio ou sugestão? Deixe um comentário! Se tiver usado alguma ideia apresentada no texto comente aí como foi, adorarei ler como tudo se deu na sua mesa. Até a próxima.
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2020.10.21 17:01 kokeboka Debate sobre o projecto eleitoral: João Noronha Lopes

No seguimento do post de ontem sobre o programa de BCC, publico hoje uma síntese do programa de JNL.
JOÃO NORONHA LOPES
Site da candidatura
Entrevista ao Benfica Independente
Sobre o candidato: João Noronha Lopes (JNL) é um sócio do Benfica, natural do Alentejo. Tem formação em Direito, mas fez a maioria do seu percurso profissional como gestor vice-presidente para a Europa na McDonalds - o que o levou a residir no estrangeiro durante vários anos. Já tinha integrado a direcção de Manuel Vilarinho num papel jurídico - recorda com grande respeito e admiração a oportunidade de colaborar com Vilarinho, mas afirma não ter tido grande contacto pessoal com Luís Filipe Vieira. Dentro dos candidatos da oposição de 2020, tem sido aquele mais capaz de angariar um número significativo de apoios de antigas glórias e figuras de renome (tais como Vitor Paneira, António Simões, Bagão Félix, Ricardo Araújo Pereira, Mozer, Isaías, Vasco Mendonça, Pedro Adão e Silva, e outros).
Projecto: O projecto de JNL (Um Benfica que Voa Mais Alto) assenta em 3 pilares e vários sub-temas...
  1. A Glória é Agora (1.A Benfica Ganhador e Europeu, 1.B Benfica Ganhador no Ecletismo);
  2. Benfica Popular e Democrático (2.A Sócios no Coração do Clube, 2.B Por um Benfica Democrático);
  3. Benfica Moderno e Transparente (3.A Posicionamento e Ambição Global da Marca Benfica, 3.B Sustentabilidade Financeira, 3.C Património e Universo Empresarial, 3.D Transparência na Governação).
Futebol: JNL defende a criação de um Director Desportivo para o futebol, que coordenará toda a estrutura do futebol, pensará um sistema de jogo para integrar de forma vertical, de forma a escolher apenas treinadores que assentem nesse modelo. Assim, o futebol não dependeria de X ou Y treinador nem de X ou Y jogador, mas sim de encontrar peças que encaixam no sistema escolhido pelo Director Desportivo. O programa também prevê a criação de um Director de Formação, e o reforço do Director de Prospecção, bem como uma aposta redobrada em Data Science aplicada à prospecção. Defende também uma redução no número de reforços, para apostar mais na qualidade. Nesse seguimento, defende a criação de um número limite para o tamanho do plantel. Defende também a expansão de mais Escolas de Futebol do Benfica em mercados internacionais. Por fim, defende que todas as equipas técnicas de todos os escalões tenham pelo menos 1 membro com um passado significativo como ex-atleta do Benfica.
Mudanças estatutárias: Limitação de mandatos presidenciais (3 no máximo). Reformulação dos votos por antiguidade, a discutir em AG (defende uma discussão em AG, não apresenta uma solução específica). Obrigatoriedade de voto em urna, com o acrescento de voto electrónico como salvaguarda para recontagens. Reduzir os anos de sócios para se ser elegível para Presidente de vinte e cinco para quinze. Reagendar o calendário das eleições, para se realizarem a menos de 3 semanas do último jogo oficial da época. Se não houver maioria absoluta à primeira, realização de eleições presidenciais a 2 voltas. Submeter quaisquer alterações ao emblema à aprovação em AG. Equiparar os direitos dos sócios correspondentes aos dos sócios efectivos.
Modalidades: Defende a estrutura de um team manager para cada modalidade, que responde a um director geral, que responde a um vice presidente para o ecletismo (não é um modelo muito diferente do actual). Defende também a clarificação nos orçamentos o valor atribuído a cada modalidade, e um reforço da prospecção para as modalidades (designadamente na formação). Pretende recuperar o Rugby, mas não considera realista para já a recuperação do ciclismo. Pretende estabelecer uma ligação mais próxima entre as equipas de modalidades e as Casas do Benfica, de maneira a reforçar o interesse e ligação com as mesmas. Defende a criação de uma secção de desporto adaptado.
Outros tópicos: JNL afirmou ser contra a centralização dos direitos televisivos, e também é a favor que as Casas continuem a ter algum poder de voto dentro do clube. De resto, o programa é extremamente extenso pelo que não cabem todas as medidas neste post sem o tornar impenetrável. Algumas das outras propostas incluem (mas não se limitam a): obrigatoriedade da BTV e jornal do Benfica transmitirem tempos de antena e debates presidenciais; criação de um código de conduta e incompatibilidades para órgãos sociais; reestabelecimento do comboio do Benfica; criação de uma Comissão de Ética; arquivo digital aberto; criação de um fundo de emergência para as Casas do Benfica; modernização do Estádio da Luz; bustos de homenagem aos campeões europeus de 61 e 62; realização de uma auditoria externa imediatamente; etc.
Receptividade para coligações com outros: Receptivo a coligações. O seu programa contem uma proposta propositadamente adoptada do programa original de Rui Gomes da Silva, e outra do Movimento Servir o Benfica, com o qual entretanto já se coligou.
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2020.10.15 16:56 little-t4ngerine Como encontrar pessoas com pouca informação?

Eu não sei onde pedir ajuda sobre isso e não quero falar com ninguém que eu conheça pra não expor a minha irmã. Mas o que acontece é que minha irmã não sabe quem é o pai dela, e agora depois de vinte anos nós conseguimos arrancar algumas informações da minha mãe. Eu estou tentando ajudar ela mas nem sei por onde começar, nós temos a data de nascimento e o nome dele, mas o sobrenome é complicado então considero que possa ter alguma letra trocada. Também sabemos a cidade onde ele (provavelmente) nasceu. Será que entrando em contato com o cartório da cidade eu consigo achar algo? É uma cidade do interior então tenho a intuição de que eles não devem ter nada digitalizado. Se alguém tiver mais alguma ideia de como encontrar mais informações eu agradeço.
ps.: como dá pra imaginar pelo relato ela é minha irmã só por parte de mãe.
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2020.10.15 10:14 mpp21 Vergonha sem precedentes: Autódromo do Algarve GP F1

Nos últimos anos Portugal tem organizado com sucesso diversos eventos de dimensão internacional. Quer seja no desporto, música, etc.
O Grande Prémio de Fórmula 1 no final de Outubro é o proximo evento deste tipo. Qual é a novidade? É que desta vez tudo indica que será a pior organização de sempre em Portugal... Vamos a factos:
E com isto tudo estamos a pouco mais de uma semana do evento. Sinceramente estou receoso com o que vou encontrar num dia que sempre pensei seria de festa...
EDIT: Obrigado pelas contribuições de todos. Junto algumas informações:
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2020.10.12 17:50 Super-Inspection-648 Os beneficios de usar Paypal em Cassinos Online

Existem tantos benefícios no casino PayPal e iremos partilhá-los todos consigo neste artigo. Mas primeiro, o que é o PayPal? Temos certeza de que você já ouviu falar do PayPal, ele é o maior serviço de transferência de dinheiro online do mundo! Anteriormente chamado de Confinity, o PayPal foi fundado em 1998. Em 1999, o PayPal ganhou esse nome e se tornou o que o conhecemos hoje, um serviço de transferência de dinheiro online.
As coisas cresceram rapidamente para o PayPal no ano 2000, quando eles se associaram à marca X.com de Elon Musk. A mudança da marca para PayPal é o que fez o negócio prosperar. Em 2002, o PayPal foi comprado pelo eBay por US $ 1,5 bilhão. A empresa continuou a crescer e mais de um quarto dos clientes do eBay fizeram check-out usando o PayPal.
A parceria com a MasterCard viu a empresa crescer ainda mais e as pessoas puderam usar o serviço com muito mais eficiência. Em 2020, o PayPal ainda continua sendo o maior serviço de transferência de dinheiro online. O PayPal é usado por mais de 173 milhões de pessoas diariamente em 202 países.

Como usar o PayPal em jogos de casino online

Usar o PayPal para jogar jogos de cassino online é incrivelmente fácil. O PayPal é um método de pagamento e transferência seguro, rápido e fácil para nós. É simples e fácil de configurar uma conta. Veja como configurar uma conta no PayPal:
Acesse o site paypal.com e crie uma conta.
Selecione se deseja uma conta pessoal ou empresarial.
Digite seu endereço de e-mail e crie uma senha. Certifique-se de ter uma senha forte.
Digite todas as suas informações pessoais. Isso inclui seu endereço, nome e número de telefone. Todas essas informações são necessárias para configurar uma conta.
Adicione os detalhes da sua conta bancária, débito ou cartão de crédito. Essas informações permitirão que você verifique sua conta.
Insira as informações da sua conta bancária para poder receber os seus ganhos do casino online.
Por último, você precisa confirmar seu endereço de e-mail. Se você não conseguir encontrar o e-mail, ele pode estar na pasta de lixo eletrônico. Clique em confirmar e sua conta está pronta para ser usada em qualquer cassino online que aceite PayPal como método de pagamento (o que é a maioria, senão todos!).
As vantagens de usar casino PayPal
Existem muitos benefícios em usar o PayPal em cassinos online e vamos compartilhá-los com você. Vários destes beneficios podem ser encontrados tambem nessa revisão sobre o Paypal em Casinos Online da CasinoHex. Uma das principais razões pelas quais usar o PayPal em cassinos online é ótimo é que fazer depósitos e retiradas é rápido e simples. Nenhum outro método de pagamento é tão rápido e fácil de usar quanto o PayPal.

Depósitos e saques fáceis

Não há necessidade de digitar os números do seu cartão de 16 dígitos, datas de validade e códigos de segurança ao usar o PayPal, basta inserir seu nome de usuário e senha. É realmente muito simples! Você poderá jogar seus jogos favoritos em um piscar de olhos. Outra grande coisa sobre o PayPal é que a maioria dos cassinos processará retiradas do PayPal instantaneamente, o que significa que você receberá seus ganhos imediatamente.

Alto nível de proteção, segurança e privacidade

Como já dissemos, o PayPal é uma das maneiras mais seguras de fazer pagamentos online. Sempre que você fizer um depósito em um cassino online, terá ainda mais segurança do que obteria se usasse seu cartão de débito. O uso do PayPal não requer nenhuma informação bancária pessoal, portanto, tudo isso é totalmente seguro.
Todos os seus dados privados são mantidos 100% privados e confidenciais. Para fazer um depósito, você só precisa digitar seu nome de usuário e senha do PayPal. Para se manter ainda mais seguro, crie uma senha exclusiva que seja forte e diferente de suas outras senhas. Você também obtém privacidade extra usando a e-wallet. Alguns bancos podem examinar seu histórico de transações para ver se você está apto a receber uma hipoteca ou empréstimo e gastar dinheiro em cassinos pode fazer com que recusem. Com a carteira eletrônica do PayPal, isso nunca será um problema para você.
Quando você usa o PayPal, a empresa de cassino online nunca verá os detalhes do seu cartão de crédito ou números de conta bancária. Muita proteção contra fraude e roubo de identidade é obtida com o uso de dados criptografados. Se algo suspeito acontecer com sua conta, você receberá uma mensagem de texto para informá-lo e aconselhar sobre o que fazer.

É possível usar o PayPal em qualquer lugar

O PayPal é uma transferência de dinheiro muito conveniente e você pode usá-lo em qualquer lugar em qualquer dispositivo. Esteja você jogando caça-níqueis online em seu laptop ou em seu celular, você pode fazer transações e retiradas com facilidade e segurança com o PayPal.
Há também um aplicativo do PayPal que você pode usar para transferir dinheiro facilmente para sua conta em qualquer lugar. Você pode transferir dinheiro quando estiver viajando ou em casa. O aplicativo do PayPal também permite que você veja todas as suas transações anteriores, transfira, envie dinheiro e faça compras. O aplicativo é muito seguro e requer um número PIN sempre que você faz login.
Bônus excelentes ao usar o PayPal em cassino online
Como você pode ver, há muitos benefícios em usar o PayPal para jogar jogos de azar online e móveis. Alguns operadores de casino online até recompensam aqueles que usam o PayPal. Alguns oferecem bônus e recompensas especiais por fazer um depósito com o PayPal. Dê uma olhada na internet para ver se você consegue encontrar algumas dessas ótimas ofertas. Encontrar esses bônus incríveis torna o uso do PayPal um excelente valor extra para o dinheiro.
No geral, o PayPal é um serviço excelente para fazer depósitos e retiradas em um cassino online. Existem tantos benefícios, incluindo ser realmente fácil de usar e ser tão conveniente. Com milhões de pessoas em todo o mundo usando o PayPal diariamente, você pode se sentir confiante sabendo que todas as suas informações pessoais e bancárias estão seguras e protegidas.
Com maior segurança, você pode se sentir seguro sempre que jogar. O PayPal é exigente quanto a quais sites eles oferecem seus serviços, então é reconfortante ver quando um cassino online oferece o PayPal como uma opção. As taxas são baixas com o PayPal, que também é outro bônus, já que você fica com a maioria dos seus ganhos. Certifique-se de procurar promoções para usar o PayPal também para que você possa se beneficiar ainda mais.
Por último, com a proibição dos jogos de azar online por cartão de crédito, é bastante evidente que o cassino PayPal é a melhor opção hoje!
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2020.10.06 12:20 internalerrorfixed Me relataram ser vítima de um estupro e não sei o que fazer

Trabalho em uma farmaçia e parte do meu trabalho consiste em atender fornecedores pelo telefone. Há 27 dias eu atendi uma ligação, sempre bem educado, e a vendedora depois falar o "script" dela, perguntou minha data de nascimento e acabou pedindo meu contato pessoal. Resolvi passar porque não tinha motivos para não fazer. Talvez era alguém querendo algum tipo de ajuda, dúvida, e que ali na hora não queria perguntar ou estava com vergonha. Mas achei muito estranho perguntarem a data de nascimento, nenhum vendedor nunca fez isso.
Quando cheguei em casa lá estava um áudio com uma voz muito mais linda do que eu lembrava no telefone, comecei a conversar só pra saber o que a pessoa queria. Não tinha foto no perfil, sou feio e tenho vergonha de mim mesmo, mas ela queria saber como eu era. Sempre desconfiado, porque não me perguntava nada, não falava do trabalho, só parecia querer conversar mesmo. E eu conversava, escutava, enviei uma foto. Ela sempre mandava foto, vídeo indo caminhar, dirigindo, voltando da igreja, tudo numa boa. Uma pessoa linda, até demais, pra estar interessada em mim.
Continuo desconfiado, vou atrás de redes sociais, vejo que está participando até de concurso de beleza, crio expectativas mesmo sabendo que não tenho nada a oferecer. Lá vi que faltava poucos dias para o aniversário dela, no dia do aniversário dela espero dar meia noite, mando um vídeo todo envergonhado parabenizando ela, tenho problemas de autoestima então fica tudo bem cringe.
Ai ela começa dizer que queria me conhecer pessoalmente, me liga perguntando se pode vim na minha cidade (moramos há 160km de distância mais ou menos), mas estava tudo acontecendo muito rápido, peço pra ter calma, pra irmos nos conhecendo melhor, até porque até esse ponto as conversar eram bem casuais, eu pouco sabia sobre ela.
Ela saiu com a mãe dela pra comemorar, me manda foto e vídeo com a mãe dela, mas depois relata que achou que seriam só elas duas, mas que a mãe chegou com um rapaz e que ela não gostou dele, diz que "ele tá me testando", pergunto que tipo de teste e ela não responde.
Depois ela comenta que estava muito triste e só queria que eu estivesse lá pra poder dar um abraço nela no dia do aniversário, que tinha sido horrível sair com a mãe, que segurou choro a noite toda, que ela só queria me conhecer no dia do aniversário dela mas que parecia que eu não tinha gostado da ideia. Ai eu abaixo a guarda e crio expectativas, passo a conversar de uma forma mais carinhosa.
Pergunto sobre relacionamento e ela diz que terminou há pouco tempo, mas já estava há um tempo querendo terminar, e não dá mais detalhes. Volto a fuçar as redes e descubro que o intervalo entre o fim de um namoro de 2 anos e começar a conversar comigo é menos de 2 semanas. Volto a ficar triste e desconfiado por ser o consolo de alguém que só quer um relacionamento rebote, e que provavelmente depois de ajudar e reerguer essa pessoa, ela vai só virar as costas e voltar pro ex, que é bem mais bonito do que eu. Mas como ela sempre elogiava meu bom humor, minhas boas sacadas, acabo acreditando nessa de que talvez caráter e conteúdo se sobressaia.
Nesse ponto já estávamos conversando há umas 2 semanas, tentando encaixar uma data no final de semana pra nos conhecermos. Marcamos então para 3 de outubro, eu iria na cidade dela, 160km numa CG 150 pra conhecer alguém da internet numa cidade que nunca fui. Conversamos todos os dias por ligação, ligação de vídeo, falando sobre vida, trabalho.
Faltando 5 dias pra data que combinamos, numa ligação, ela me diz que alguém do trabalho dela arrumou alguém pra ela sair e ela aceitou, mesmo sem nunca ter conhecido a pessoa, disse que sentiu nojo, mas saiu. Beleza, racionalmente falando ela está solteira e faz o que quiser da vida, mas sinto uma falta de respeito do caralho fazer isso.
Ai eu comento sobre ela no trabalho, de forma bem rasa, e começam as histórias de pessoas que sumiram, foram roubadas, abusadas nessas de conhecer alguém pela internet. Decido investigar mais. Facebook, instagram, tiktok, facebook de todos os familiares, irmão, tio, primo, prima, mãe. Vejo que já foi casada (encontro um processo de divórcio) e que o requerente em questão foi o ex-marido. Nessa, já vejo que nos últimos 4 anos ela se casou, ficou 2 anos casada, separou, já engatou um namoro de mais 2 anos e menos de 1 mês depois já está me chamando de amor. Isso aos 24 anos de idade.
Desanimo total, decido parar de conversar e puxar assunto, levo muito a sério relacionamento e ela parece só querer aventuras. Sexta, sábado e domingo se passam. Sábado é o dia que eu iria lá. Ela nem questionou se eu iria ou não, parece não fazer muito caso, fico feliz, era o que eu queria, só me afastar e esquecer ela.
Ontem no horário do almoço dela, me manda uma foto com a cara inchada e de choro. Escrevo um texto dizendo pedindo desculpas, falando que tinha investigado a vida dela e dos familiares por medo de ir lá e acontecer alguma coisa, mas que não daria certo, que tenho coisas pra resolver antes na minha vida, mas que gostava dela, desejo sucesso e felicidades, algo pra terminar na amizade mesmo, num clima bom.
Ela responde que gosta da minha sinceridade, mas que nunca tinha pedido pra eu ir lá, e que o motivo do choro dela era algo muito pior que tinha acontecido domingo, que não conseguiu dormir, acordava chorando e gritando e pensou em me ligar, mas que bom que não tinha feito isso porque eu não me importava com ela. Que se eu fosse bom em investigar, que encontrasse quem seguiu, violentou sexualmente e bateu nela.
Ai eu desmontei, dor na barriga, tremedeira, ânsia de vomito, não sabia o que falar, aliás estou sentindo isso agora só de escrever e lembrar. Olhava pra tela do celular e não sabia o que digitar, só pensava nela sozinha em casa podendo fazer alguma besteira.
Eu jamais imaginaria que algo assim tivesse acontecido, mas ai já era tarde, ela só sabia falar que eu não me importava com ela, que era melhor assim mesmo, me afastando, e eu querendo demonstrar que mesmo não querendo um relacionamento, me preocupava sim com a vida de outra pessoa. Começou a falar que está cansada de ser julgada, que antes estava em um relacionamento abusivo, que hora eu era muito legal, mas hora eu julgava ela demais, que não era pra ter pena se nem intenção de conhecer ela eu tinha e que só queria uma amizade sincera.
Pergunto se ela está bem, se está com alguémm, responde que está em casa com medo, sozinha, com medo de ir trabalhar. Pergunto se ela conversou com alguém sobre isso e diz que não, falo pra deixar eu pelo menos escutar ela, que poderia falar o que fosse e eu ia dar suporte para o que precisasse, só que ai ela volta a discutir sobre eu parar de falar com ela, que não tinha motivo pra confiar em mim e que eu não gostava dela.
Confesso que usei de chantagem, que se não falasse comigo eu entraria em contato com a mãe e/ou irmão pra contar aquilo que ela estava me falando pra poderem ajudar ela, que se eu não conseguisse ajudar, iria encontrar alguém que consegue. Meu maior medo nesse momento era dela fazer alguma besteira, suicídio ou me bloquear e sofrer sozinha. Já estava procurando sobre o que fazer numa situação dessas na internet, o que falar, o que fazer, mas é tudo resumido em não culpar a vítima (óbvio, nunca faria isso) e escutar, mas como escutar alguém que não tem mais vontade/confiança de falar com você?
É isso, não sei como/o que/quando/quem falar, se acredito nisso ou não. Só quero o bem dela, mas não sei o que é o certo a se fazer. Jamais me perdoaria de "abandonar" alguém numa situação assim, mas sei que eu não sou a pessoa certa pra ajudar, que a família seria a melhor opção. Preciso de ajuda.

Update: ela disse que conversou com alguém do trabalho e essa pessoa marcou médico pra ela. Elogiei, disse que era bom que ela conseguiu conversar com alguém, e que seria ótimo também ir na delegacia da mulher pra relatar o crime. Enviei o link do CVV - Centro de Valorização da Vida, disse que lá ela teria pessoas mais instruídas pra conversar, de forma totalmente anônima e que iriam ajudar ela se precisasse. Terminei com um "boa noite". Ela respondeu com um "Obrigada" e "Boa noite". Considero minha parte feita, não vou mais mandar mensagem. Sendo verdade a história do estupro, ela agora vai receber ajuda de quem pode ajudar mais do que eu. Sendo mentira, conseguiu estragar um dia da minha vida me sentindo mal e quase vomitando de ansiedade, mas vou sobreviver e ter história pra contar, e até evitar futuros problemas semelhantes.
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2020.10.05 02:15 TunesRX Quando é o último dia do mercado?

Boas, Não consigo encontrar em lado nenhum a data do último dia? Alguém me consegue confirmar? E das outras ligas?
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2020.09.29 13:53 boa_viagem Viajar durante a pandemia?

Bom dia, pessoas, meu primeiro post nesse sub.
No ano passado, eu (22) e minha namorada (também 22) fizemos uma viagem de passeio pelo litoral de nosso estado. Antes disso, eu achava que odiava o litoral daqui e viajar mas era por conta de isso estar muito associado com viagens de família que eram muito desconfortáveis para mim. Acontece que removendo o estigma da família, viajar - especialmente para o litoral - se tornou uma das minhas coisas favoritas.
Acelerando para 2020: nesse ano, tudo que eu mais tenho desejado é poder viajar de novo. No começo do ano, me graduei da faculdade e por conta disso, perdi minha fonte principal de renda (que era meu estágio remunerado) e estou dependendo em 90% dos meus pais. Além disso, veio o corona e o isolamento, que no começo eu respeitei à risca, mas nos últimos meses passei a ir no mercado, farmácias etc. para ajudar meus pais e eventualmente também passei a visitar minha namorada.
O fato de depender financeiramente dos outros me deixou bem triste e deprimido durante os últimos meses, pois sentia que não tinha mais minha independência e principalmente porque não existia a possibilidade de guardar dinheiro para eventualmente viajar.
Essa situação deu uma grande reviravolta quando, agora em setembro, consegui projetos como freelancer e isso está me permitindo juntar um dinheirinho (praticamente o suficiente para fazer essa viagem que tanto quero). Também nesse mês, minha namorada descobriu que irá tirar férias do trabalho em novembro.
Com isso, me deu uma vontade MUITO grande de viajar, afinal, era algo que eu já desejava há muito tempo e agora existem os meios e, principalmente, uma possibilidade de data: como minha namorada trabalha em empresa, não é sempre que ela consegue tirar férias ou ter dias disponíveis para fazer algo assim.
Porém, como todos sabemos a pandemia não acabou e viajar possivelmente seria um risco, mesmo que no meu estado seja o segundo com menos casos no país e a situação esteja se encaminhando cada vez mais para ficar em queda. Conversei com a minha psicóloga e me senti seguro o suficiente para arriscar a viagem. Também sei que meus pais estão praticamente vivendo normalmente (mas fazendo o uso de máscaras) e sei que se eu contasse desse desejo para eles, eles me encorajariam à realizá-lo, tanto que em outros momentos eles quase se arriscaram e quase foram viajar em finais de semana desse mês, sendo impedidos por mim e pela minha irmã (que está respeitando o isolamento o melhor que pode e tem sido a voz da razão frente ao corona aqui em casa).
Minha namorada também se sente um pouco insegura quanto à viagem por medo dos riscos que seriam assumidos, e, eu também tenho essa insegurança, mas principalmente medo de me arriscar e ir viajar e por conta das restrições obrigatórias eu não aproveitar 100%. Todo dia eu tenho acompanhado as notícias do meu estado e buscado informações da pandemia nas cidades que gostaria de visitar para ver se a viagem seria viável, além de que planejei que se, decidirmos por viajar, será durante a semana e após o feriado do dia 2, para encontrar os nossos destinos com o mínimo de aglomerações possível.
Desculpa pelo post longo e o que eu devo fazer??
TL;DR: Estou a muito tempo querendo viajar e finalmente consegui o dinheiro e a data para fazer isso, mas o corona me deixa inseguro (tanto sobre a contaminação quanto sobre não aproveitar o suficiente por conta das restrições)
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2020.09.22 03:02 RickMoraisM Imaginem que uma agência espacial descobrisse que em 20 anos a vida humana e a de outros animais entraria em extinção devido ao impacto de um gigantesco meteoro que provocaria uma drástica mudança ambiental na Terra . Seguem alguns questionamentos ...

Duas considerações antes : suponha que seria impraticável construir qualquer tecnologia que amenizasse o dano, e que não houvesse qualquer alternativa de locomoção em massa para outro planeta .
1- Você acharia ético que os cientistas que descobriram o evento o divulgassem para a mídia ?
2- Se fosse divulgado , como você acredita que as pessoas reagiriam à descoberta ao longo do tempo?
Alguns pensamentos meus sobre : 20 anos é um tempo grande na escala da vida humana . Acho que as reações iriam variar bastante a depender da fase da vida que as pessoas se encontrassem no momento da descoberta . Não que os idosos(60+) não fossem se preocupar , até porque limitar a morte para uma data fixa é mais aterrorizante do que constatar que sua vida vai provavelmente acabar antes do limite . E , além disso , praticamente todo mundo tem um conhecido a quem se tem compaixão. Não se trata apenas de saber que você vai morrer , mas que todos que amamos também vão morrer juntos . Obviamente damos uma importância maior a nós mesmos , e por isso crianças , jovens e adultos teriam um impacto psicológico maior , afinal a probabilidade de eles viverem mais 20 anos é mais alta que a de um idoso.
Eu penso que a morte por eutanásia iria crescer bastante. Provavelmente muitas barreiras éticas relacionadas à morte para aliviar um sofrimento maior seriam superadas, principalmente na proximidade do impacto. Acho que os sentimentos iriam variar muito ao longo do tempo . Nos primeiros meses haveria um grande caos , pânico e , é claro , os negacionistas tentando acalmar o povo - inclusive eles poderiam superar os cientistas na crença popular ,dada a grande dificuldade que temos em aceitar verdades inconvenientes .
Mas como o ser humano não consegue ficar nesse estado por tanto tempo ( creio eu) , aos poucos as pessoas iriam voltar à "normalidade" - como a gente enfrentando a pandemia da Covid . Claro , não seria o mesmo normal , e conforme o tempo fosse passando, a euforia voltaria a crescer , talvez exponencialmente culminando num pico de anarquia no ano do impacto .Nesse cenário penso que as pessoas iriam se arriscar mais. Elas esqueceriam muitos projetos a longo prazo e pensariam mais no presente . Pra quê trabalhar tanto para financiar uma casa cara ? Por que fazer um longo curso chato para ser rico ? O mundo poderia caminhar pra um estado de hedonismo distópico , com muitas pessoas drogadas ou viciadas em qualquer outra coisa , relacionamentos poligâmicos , e violência dos mais diversos tipos.
E quanto ao primeiro questionamento , acho que ele é válido por uma ótica utilitarista . Penso que no geral o sofrimento seria bem menor caso as pessoas simplesmente não soubessem que todas iriam morrer em 20 anos . Por outro lado , só acho ele válido por causa das considerações . Se todas as pessoas soubessem , o mundo iria se empenhar em encontrar uma solução pro problema .( Sei que esse tópico é bizarro mas me veio isso na cabeça e decidi ir digitando hahaah )
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2020.09.20 14:53 UninformedImmigrant U wot m8? Estórias de um gajo que se mudou para o UK [Capítulo 1: Mudanças e chegadas]

Olá amigos. No post anterior introduzi levemente o espírito desta série, e este é o primeiro capítulo "a sério" da série. Este capítulo versa sobre o processo de preparação para a mudança e o "primeiro embate" da chegada ao novo país; que assuntos tive que tratar imediatamente antes de me mudar, assim como assim que cheguei. Como tenho dito, esta experiência é pessoal, e é importante que entendam que não se aplicará certamente a todos. Riam-se, chorem, e deixem os vossos pensamentos na caixinha em baixo.
Ao longo do texto vão ver uns números entre parênteses rectos ([XXXX]). Isto são referências que estão por extenso perto do fim do post, na secção apropriadamente denominada "Referências".

Take-Aways Principais

Eu gosto de ter uns bullet points com as ideias principais que se devem reter de cada capítulo, uma espécie de "se não leres mais nada, lê isto" do capítulo. Os deste capítulo rezam assim:
Os detalhes estão no texto por aí abaixo.

A odisseia do trabalho científico em Portugal

Já alguma vez tiveram aquele sonho em que querem gritar e não conseguem? Aquela sensação quase infantil de impotência, do pavor da inacção e do pasmo em relação ao que quer que seja que se está a desenrolar à nossa frente? Ou aquele em que querem esmurrar alguém mas não acontece nada? A sensação de impotência é, pessoalmente, das piores que podemos ter; a de querermos fazer alguma coisa, acharmos que sabemos o que fazer e não conseguirmos.
Trabalhar no tecido académico e de micro-empresas português (vulgo technology transfer) é um bocadinho assim. Por mais que um gajo se esforce, é muito difícil escapar à subsidio-dependência, à chico-espertice, à mediocridade, à inexperiência, à falta de processo e, acima de tudo, à falta de recursos. Por bom que seja o sonho, por interessante que seja o projecto, por positivo que seja o ambiente de trabalho, por porreiros que sejam os colegas, há uma sensação latente de "isto não vai dar para construir uma carreira". Isto torna-se particularmente agudo quando se trabalha numa área de tecnologia de ponta, para a qual inevitavelmente o mercado português está pouco desenvolvido. Não havendo mercado, a empresa vira papa-projectos e passa a viver de fundos comunitários, QRENs, COMPETEs, H2020s e coisas que tal. O tempo que se devia gastar em desenvolvimento é gasto a tentar convencer revisores de projectos a darem-nos mais uma esmola, e todos os projectos são uma corrida ao fundo: como é que conseguimos fazer esta omelete bonita com muito poucos ovos? Será que precisamos mesmo de duas pessoas para fazer isto, não dará só uma? Certamente o equipamento X também dá para este projecto.
Um aspecto particularmente doloroso neste ambiente é a altíssima rotatividade dos colegas. Quando se trabalha nestas condições tende-se a depender de recursos precários: bolseiros de investigação, estágios IEFP, estágios profissionais, estágios académicos, e por aí fora. Isto torna imediatamente impossível treinar alguém para fazer alguma coisa de jeito, e dei por mim a ensinar 3 ou 4 pessoas a fazer a mesma coisa em ocasiões diferentes ao longo dos anos. Nunca ninguém fica e toda a gente parte para outra, seja porque a empresa não lhes pode pagar, ou porque são incompetentes demais para nos darmos ao trabalho de lhes tentar arranjar financiamento. As caras e os nomes confundem-se numa espécie de groundhog day tecnológico em que cada ano que passa temos as mesmas conversas. Um tipo que vá ficando, ora porque é bom ou porque é teimoso, vai dando por si a avançar na idade ao mesmo tempo que os colegas não. A certo ponto, todos os meus colegas eram pelo menos uns 4 ou 5 anos mais novos que eu; ora se até eu quase nem tinha barba (hipérbole), então eles estavam mais verdes que as bananas da Costa Rica quando chegam ao Continente.
Quando me perguntam porque é que os portugueses têm tendência a se dar bem lá fora, aponto-os sempre para as condições em que somos habituados a fazer trabalho world-class. As publicações a que submetemos artigos não querem saber das nossas dificuldades; querem papers de qualidade. As agências de financiamento não querem saber de rotatividade, querem saber de know-how, track record e orçamentos. O trabalho que temos que entregar para sobreviver tem que ser de topo, ao mesmo tempo que as condições são de fundo. Pega-se num tipo habituado a isto, senta-lo numa cadeira de 300€, dá-se-lhe 3 monitores e um portátil que dava para comprar um carro, e é natural que o desempenho seja incrível.
Eu não me considero um perfeccionista (e acho que quem se considera perfeccionista pensa demais de si próprio) mas procuro estar numa constante curva ascendente no que toca à qualidade do meu trabalho. Umas vezes a curva é mais inclinada, outras vezes é menos inclinada, mas a cada dia estar um bocadinho melhor que no dia anterior. Aliás, quem me conhece sabe que esse é um traço que aplico em quase tudo: no trabalho, na vida, no desporto, etc. Antes de me mudar sentia que tinha batido no tecto da qualidade do que podia entregar. O meu esforço era máximo e o factor limitador da qualidade da entrega era a forma como o trabalho que eu tinha para fazer era entregue. Não havia tempo suficiente para inovação, era preciso planear de forma irrealista (e entregar de forma irrealista) para se conseguir fazer o malabarismo de todos os projectos. A constante mudança de contexto comia horas todos os dias.
A ética de trabalho portuguesa é, geralmente, horrível. Se eu trabalhei as minhas 8h, entreguei o que tinha para entregar e não tenho horário de trabalho, então vou sair às 16h. Ou chegar às 10h. Geralmente, fazer menos que 9-19 é mal visto, e eu fui sempre muito vocal (se calhar de forma prejudicial para mim próprio) acerca do quão estúpido isso me parece. Cheguei a ouvir algo semelhante a "tu és daqueles gajos que vão de férias desaparecem do mapa". Não é esse o objectivo das férias?

Um dia destes decidi mudar-me para o UK

Então um dia desatei a mandar CVs por esse mundo fora, a ver o que colava. Inevitavelmente, apareceram-me várias ofertas interessantes, a melhor das quais no UK. Contas feitas, a oferta praticamente multiplicou o meu salário bruto por 5 (talvez um bocadinho mais), empurrando-me de um salário mediano em Portugal para um salário bastante acima da média no UK. Esta é daquelas particularidades a que me refiro quando digo que a minha experiência é extremamente pessoal: eu tive a sorte de gostar e ter talento para trabalhar nesta área, e a dupla sorte de ser uma área em que simultaneamente há muita oferta e pouca procura de trabalho. Meio ao calhas cultivei um skillset muito valioso, ou que consegui vender bem. Infelizmente, para manter esta conta dissociada da minha identidade não vos posso especificar qual é; somos poucos, tornava-se muito fácil encontrar-me pelas publicações.
Curiosamente, está agora (à data da escrita) a fazer um ano que me decidi mudar. Nessa altura, a maior preocupação de quem se mudava para o UK era o Brexit, mas houve uma série de factores que me acalmaram:
Acerca deste último: ser estrangeiro no UK ou ser em qualquer outra parte é, para mim, semelhante. Então, se o Brexit por alguma razão resultasse numa perseguição aos estrangeiros, ou numa forte desvalorização da libra, etc, a minha situação ainda assim seria melhor que antes. Teria um CV mais rico, experiência adicional na indústria, e dinheiro no banco, tudo factores que facilitariam a mudança para um país terceiro.
Portanto com os factores políticos resolvidos por ora, e com a família a apoiar, lá me decidi.
Lá vim eu.

Preparação

A preparação para a mudança dividiu-se em:
Para benefício máximo meu e das duas empresas envolvidas, decidi reservar apenas umas 3 semanas sem trabalhar para tratar de tudo. Arrependi-me profundamente: devia ter fodido uma das empresas (a velha, potencialmente) e tido mais tempo para mim e para os meus. Naturalmente, houve muito que pude fazer enquanto trabalhava, como tratar da documentação. A logística foi um pesadelo; tive que esvaziar o apartamento em 2 dias e encontrar forma de arrumar tudo o que tinha na minha casa de família. Uma boa parte ficou por fazer pois queria passar tempo com a família em vez de arrumar merda. Tive que denunciar o contrato de arrendamento, da energia, da água e das telecomunicações. Obviamente, a Vodafone foi a mais merdosa no meio disto tudo, primeiro porque queriam que pagasse a fidelização (tive que demonstrar que vinha para o estrangeiro), e depois porque queriam cobrar o equipamento apesar de o ter entregue a horas e em boas condições. Típica escumalhice de telecom portuguesa, nada de novo.
A preparação legal foi mais cuidada. Para referência, a documentação que preparei foi:
Também nomeei (por procuração) um representante legal em Portugal. Inicialmente pareceu-me overkill, e apenas o recomendaria se tiverem alguém que seja de muita, muita confiança. Mas para mim tem sido muito útil, pois essa pessoa pode-me substituir em qualquer todos os compromissos, requerer a emissão de documentação em meu nome, transaccionar os meus bens (tipo vender o carro velho) e negociar em meu nome com as telecoms quando se armam em parvas (ver Vodafone acima). A pessoa que ficou com esta responsabilidade é da minha absoluta confiança, mas mesmo assim é um compromisso que deve ser mantido debaixo de olho e apenas pelo tempo necessário.
Às tantas perguntei-me "sua besta, já pensaste em quanto dinheiro vais gastar?" Bom, através de uma combinação de salário baixo e escolhas financeiras pouco saudáveis (que reconheço mas não quero detalhar), as minhas poupanças resumiam-se a uns míseros 2000€. Amigos, 2000€ não é dinheiro nenhum. Precisava de mais. Pelas minhas contas, e porque não vinha sozinho, precisaria de cerca de 15000€ para fazer isto com algum descanso, ainda que não conforto.
Lembram-se de quando tivemos uma crise "once in a lifetime" em 2008? Aquela da qual vamos ter saudades agora em 2021? Essa mesmo. Uma consequência engraçada dessa crise foi que as pessoas se habituaram a fazer crédito ao consumo, e os bancos habituaram-se a emprestar dinheiro como quem dá cá aquela palha, já que o Estado depois os resgata e ninguém vai preso. Como sempre trabalhei, paguei os meus impostos e nunca tive dívidas, pude pedir um crédito pessoal para pagar a mudança inicial. 15k no banco, check.
Obviamente não o gastei todo, e a empresa para onde fui trabalhar devolveu-me uma esmagadora parte do que gastei através de um fundo de "relocation expenses". A empresa pagou (mas eu tive que adiantar):
Em cima disso, paguei eu:
Admito que fiz algumas escolhas controversas, e houve muito dinheiro perdido em conversão de moeda. Podia ter ficado fora da cidade enquanto procurava apartamento, podia ter comprado mobília mais barata, podia ter dormido no chão, podia ter comprado malas mais baratas, podia ter andado de comboio em vez de alugar carros quando precisei. Mudei-me de uma forma que considero "medianamente confortável": não o fiz luxuosamente, mas dei-me ao luxo de trazer a Maria, de não ter que partilhar casa e de evitar largamente transportes públicos. Com o dinheiro que a empresa me devolveu constituí um fundo de emergência. Não liquidei logo a dívida porque entendo que é mais importante ter um fundo de emergência do que estar debt-free (mais sobre isso daqui a um post ou dois).
São escolhas. Emigrar é caro, amigos. Conheço quem o tenha feito com 200€ no bolso, mas não é confortável e não quero isso para mim.
Praticamente foi tudo pago através do Revolut. Criei uma conta pouco antes de vir, comprei o premium para não ter limites de conversões, e usei. Inclusivamente recebi lá o primeiro salário enquanto não criei a conta no banco.
A preparação emocional foi a menos complicada. O meu núcleo duro é relativamente pequeno, e toda a gente estava preparada há muito tempo para que eu "fugisse"; era conhecido praticamente desde que tinha começado o PhD que a minha área não era viável em Portugal, e que estava revoltado com a ética de trabalho merdosa. Naturalmente a minha mãe não gostou da ideia, mas são coisas da vida. Ainda assim, um conselho: não se armem em fortes e não descuidem a preparação psicológica/emocional que é necessária para este tipo de viagem. Eu sei que pessoas diferentes têm níveis de resiliência diferentes, mas o português tem muito a mania de achar que é o maior; cuidado com isso. Além disso, não deixem que estas preparações vos tomem todo o tempo que têm; guardem tempo para estar com a família, para lazer, e para descansar. Eu deixei-me consumir um pouco e não foi bom.

Como não ser sem-abrigo

Aterrei em meados de Setembro num dia nublado com duas malas de 30kg, uma mochila para mim e outra para a Maria, e a convicta certeza de que me estava a foder. Tinha cerca de 2.5 semanas até começar a trabalhar, e até lá a missão era só uma: encontrar um apartamento. Há muito para dizer acerca da habitação no UK, vou escrever um post só para isso e por isso aqui vou focar apenas na experiência do recém-chegado.
Eu decidi que não estava disposto a arrendar pelo privado; iria sempre através de uma agência imobiliária. Como não tinha tanta familiaridade com o mercado nem com a legislação, achei que seria mais seguro ir por essa via mais cara e minimizar a possibilidade de ser ludibriado. Recomendo vivamente. Então comecei a encetar contactos por telefone para marcar visitas a apartamentos.
E aí bateu-me.
Eu não conseguia perceber nada do que estes caralhos diziam ao telefone. NADA. "Ahka hrask apfiasdafsd duja sudn" diziam eles, e eu "sorry, I have a really bad connection, could you repeat that?" e eles lá repetiam mais calmamente "G'mornin, how can I help you today?". Muita vez disse eu que tinha pouca rede, a ver se eles abrandavam um bocadinho. E funciona! Top tip: se estiverem a tentar perceber o que eles dizem por telefone, queixem-se da ligação; o serviço móvel no UK é tão mau que eles vão na conversa.
Agora, eu sei falar inglês, ok? Naveguei perfeitamente bem as entrevistas, tenho dúzias de publicações em inglês "impecável", e trabalho em inglês há anos e anos. O problema é o seguinte: falar inglês enquanto se trabalha e escrever coisas em inglês são ambos experiências muito diferentes da de tentar falar com um nativo com sotaque, que assume maneirismos e expressões que não conhecemos, sobre locais que não conhecemos e dentro de um sistema (de arrendamento) que não conhecemos, tudo isto por telefone e sem poder ler nos lábios nem ler expressões corporais.
Com algum desenrascanço tipicamente português fui enchendo os dias de visitas a apartamentos na zona. Num dos dias aluguei um carro para ir ver apartamentos numa cidade vizinha (onde até acabei por ficar), algo que recomendo vivamente. Durante essas semanas vimos facilmente uns 25 apartamentos, talvez mais. As primeiras impressões foram:
(Um aparte acerca da alcatifa: se tiverem uma casa toda alcatifada comprem um robot aspirador de qualidade e aspirem todos os dias, até mais do que uma vez. A vossa qualidade de vida vai aumentar 1000 vezes.)
Escolhido o apartamento, fizemos uma oferta/candidatura. Oferecemos o valor que o senhorio pedia e, já tendo falado com muitos agentes, ofereci-me para pagar o contrato inteiro de 6 meses no dia da entrada. O que se seguiu foi um processo que, para mim, era completamente estrangeiro: o de "referencing" do potencial arrendatário. Pediram-me as moradas anteriores até 3 anos e os contactos dos senhorios, assim como a minha morada de família permanente e (muitos) dados pessoais. Essa informação foi usada para verificar que eu não era um impostor, e para verificar que tinha o hábito de pagar a renda. Ligaram para a minha antiga senhoria portuguesa, uma senhora de 82 anos, a perguntar se eu pagava a renda. Por mero acaso ela fala inglês (foi investigadora) e soube-lhes dar resposta, mas achei a atitude absolutamente desnecessária. Lembro-me de me sentir ofendido; "mas estes filhos da puta acham que pagar 6 meses à cabeça não chega?"
Seguiu-se um contrato de arrendamento para uma Assured Shorthold Tenancy [1], que é a modalidade "normal" de arrendamento para habitação por aqui. O agente imobiliário tratou de toda a papelada, mas eu tirei um dia para ler todo o contrato e verificar se batia certo com o que conhecia da lei daqui, o que recomendo vivamente. Atenção que a partir de meados de 2019 as taxas cobradas pelos agentes imobiliários passaram a ser limitadas por lei [2], por isso se vos pedirem alguma taxa administrativa mandem-nos sugar no pénis mais próximo. Na altura disseram-me que o normal, antes dessa mudança, seria o arrendatário pagar uma taxa de 700 libras à imobiliária pelo serviço. Era matá-los.
Assinado o contrato, ficou fixada uma data para entrada no apartamento. O valor a pagar é esperado nesta altura, no momento imediatamente precedente à entrega das chaves, o que significa que é preciso ter esse dinheiro disponível num cartão aceite pela imobiliária. Obviamente que é possível pagar por transferência, mas isso pode atrasar a data de entrada, e eu estava a pagar hotel por isso tinha interesse em me despachar.
Este processo foi, para mim, extremamente stressante. Até ao momento em que temos a chave na mão, o nível de incerteza é altíssimo: vou precisar de estender a estadia no hotel? Vou ter dinheiro que chegue caso o senhorio recuse o arrendamento? Será que vou ter que procurar noutra zona? Será que vou conseguir fazer isso enquanto trabalho? Para mim, encontrar a primeira casa foi facilmente a parte enervante da mudança. Agora já tenho uma posição muito mais sólida: conheço a zona, conheço o mercado, tenho um pé de meia e transporte próprio. O início custa muito mais.

Burocracias adicionais a tratar no início

Além da casa, que era a minha primeira preocupação, há um outro conjunto de coisas que têm que ser tratadas quanto antes:

Referências

[1] https://england.shelter.org.uk/housing_advice/private_renting/assured_shorthold_tenancies_with_private_landlords [2] https://www.gov.uk/government/collections/tenant-fees-act [3] https://www.gov.uk/council-tax [4] https://www.gov.uk/tax-codes [5] https://www.gov.uk/income-tax/how-you-pay-income-tax

Capítulos Anteriores

O próximo capítulo deve ser mais sobre habitação ou sobre compramanter carro e conduzir. Depende de qual o capítulo que acabar por ficar pronto mais cedo. Às tantas calha ser outro qualquer ¯\_(ツ)_/¯
Se este post gerar uma resposta tão forte como os outros, é possível que eu não consiga responder a todos os comments. Se for esse o caso, peço desculpa; vou dar o meu melhor.
No outro post alguém (um mod?) colocou o flair "Conteúdo Original". Não encontrei esse por isso pus "discussão".
Abraços, e obrigado por virem à minha TED talk.
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2020.09.18 18:58 livinginahologram 2020/12/28-2021/01/04 Viajem Lisboa - Nice

A data exacta ainda não está definida e pode mudar dependendo se encontrar outros interessados em efectuar esta viagem.
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2020.09.18 14:34 UninformedImmigrant U wot m8? Estórias de um gajo que se mudou para o UK [Capítulo 0: Introdução]

Post anterior: https://www.reddit.com/portugal/comments/itrx1l/estou_a_pensar_escrever_uma_s%C3%A9rie_de_textos_sobre/
Olá amigos.
Perguntei-vos se estariam interessados numa série de posts acerca da minha experiência enquanto emigrante no UK. A resposta pareceu positiva, por isso vou começar a publicar o que vou escrevendo. Este primeiro post serve de introdução para ditar o mote dos restantes; aproveito para deixar aqui uma série de notas que depois escuso de repetir nos seguintes.

Que merda é esta?

Há-de ser um relato mais ou menos organizado da minha vivência como emigrante, escritos de forma predominantemente episódica. Cada capítulo pretenderá abordar um tema diferente que, na minha opinião, poderá afectar outras pessoas na mesma situação que eu. Basicamente, cada capítulo relatará grosso modo uma situação que me fez pensar "puta que pariu, porque é que não me disseram isto antes?"
Mais concretamente, quero:
Antes de começarmos, algumas coisas importantes de referir:

O que é que vem a seguir?

Este post é uma introdução muito básica ao "projecto" que estou a começar. Neste momento tenho esta introdução escrita, e mais alguns capítulos pensados e alinhavados. Para já, tenho alguns temas principais acerca dos quais gostaria de (ou comecei a) escrever:
Não os vou escrever por ordem, garantidamente. Sintam-se à vontade para sugerir tópicos, já acrescentei um ou outro de comments no outro post. Vou tentar manter os posts ligados uns com os outros com um índice ali no topo.

Quem és tu, e porque é que hei-de querer saber disto?

Por razão nenhuma. Lê este; se gostares, provavelmente vais gostar do resto. Se achaste que é só um gajo a dissertar sobre temas da vida, então acertaste na mouche. Se não gostas de gajos a dissertar sobre temas da vida, talvez não gostes disto.
Eu sou um gajo qualquer, suspeito que parecido com muitos vós: casa dos 30, carreira em tecnologia, mania que é esperto, emigrado recente. Acho que a minha experiência enquanto emigrante é deprimentemente mediana, e é aí que vejo o valor deste esforço. Entre decidir que queria vir e o dia de hoje, passei por uma série de situações que suspeito que muitos outros também atravessaram, e para as quais gostaria de ter tido aviso. Alguns exemplos de que me lembro de repente:
Eu também não sabia de nenhuma destas (e outras coisas), e às vezes saiu-me do bolso não saber disso.
A minha experiência provavelmente foge da média em alguns aspectos cruciais: não vivo nem trabalho numa cidade, vim já com um contrato de trabalho permanente assinado, e por aí fora. Escrever sobre alguns desses aspectos talvez passe a ser mais um exercício de memória pessoal que outra coisa, ou talvez as minhas peripécias pessoas ressoem com alguém, logo vemos.

Motivação

Um bocadinho do que está por trás das razões que me trouxeram para aqui:

Porquê NÃO emigrar?

Quando fui entrevistado para a posição em que estou agora, o entrevistador final (depois de umas 5 entrevistas para a mesma posição) perguntou-me: "estás nessa empresa há coisa de um ano, porque é que te queres mudar?". A minha resposta foi simples: não quero.
Em Portugal a vida tem uma leveza que não consigo encontrar em mais lado nenhum. Ganha-se pouco, é certo, e as oportunidades são muito limitadas, mas:
e por aí fora. A minha vida em Portugal era de uma tranquilidade incrível. O trabalho era especializado e pouco exigente, trabalhava com amigos de longa data na minha área de formação (que adoro). A minha rotina estava extremamente solidificada, vivia numa cidade que adoro (ah Coimbra!), conseguia-me facilmente sustentar, vivia numa casa boa numa zona boa. Visto de fora, tudo estava OK. A opção fácil teria sido deixar-me ficar; tinha facilmente emprego para a vida e poucas chatices.
Ainda assim...

Porquê emigrar?

Há uma certa insatisfação que vem com o saber que chegaste ao topo muito cedo, e que o topo não é tão alto como querias. Eu sou extremamente ambicioso, não do ponto de vista materialista e egoísta, mas mais numa eterna ânsia de ser melhor no que faço. Eu tive a espectacular sorte de escolher uma profissão pela qual me apaixonei, e de ter conseguido sempre trabalhar nela estes anos todos. O meu trabalho foi aparentemente tendo qualidade, e fui indo por aí acima. Um mestrado vira doutoramento, que vira bolsas, que vira escrita de projectos, que vira posições em empresas, que vira posições séniores.
No entanto, há um tecto máximo para o que se pode fazer em Portugal na minha área: o mercado é dominado por empresas muito pequeninas, altamente subsidiodependentes, e nas quais honestamente não vejo futuro. Eu não quero passar o resto da minha vida profissional a trabalhar num "one-man army", eternamente a desenvolver soluções que nunca vão vingar porque, convenhamos, há limites para o que uma equipa pequena consegue fazer. É extremamente descolhoante ver o nosso trabalho, que toda a gente diz que é muito bom, ficar perpetuamente atrás por falta de recursos, ou manpower, ou investimento, ou o que lhe quisermos chamar. Dei por mim a tornar-me uma pessoa frustrada, daquelas que vêm as notícias e dizem mal de tudo, mesmo do bom; pequenino e sempre zangado. Decidi procurar outras coisas.
Mudei-me para o UK com contrato assinado para uma multinacional gigantesca, bom salário, boa zona do país e, acima de tudo, projectos incríveis desenvolvidos por pessoas com as quais tenho aprendido muito. Estou novamente no caminho certo.
Eu não me mudei pelo clássico "ganhar mais". Obviamente que triplicar o salário de um dia para o outro é fixe, obviamente que é fixe comprar carros a pronto (mais sobre isso mais tarde), obviamente que ir às compras e nem olhar para a conta é bom; mas há mais que mova um gajo. O salário é um factor, mas é um factor.
Abraços, e obrigado por virem à minha TED talk.
Edit: desculpem a formatação manhosa no início, esqueci-me do modo markdown.
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2020.09.15 18:21 seraollumor Saber a linha de ser bonzinho x ser trouxa

Nesse fim de semana eu e meus amigos decidimos nos encontrar na casa de um camarada por causa que fazia tempo que não nos víamos, por conta da pandemia. E acho que estou tendo um problema com isso, eu sempre sou bem de boa com todos e tento ajudar mas aconteceu uma parada esse fim de semana que me fez pensar, em um super resumo: - Cuidei de bêbado - Briguei com amigo bêbado por dirigir bêbado - Tomei um bolo - Quase foi roubado - Deixei gente em casa
Tudo isso pareceu um efeito dominó porque eu sou sempre o "tiozao" do role sabe? O responsável, o cara que cuida de tudo e de todos, o mais dedicado, o mais... Sabe fiquei puto com tudo isso e o mais engraçado é que eu acho que não deveria ficar, mas vou... Mesmo que seja orgulhoso da minha parte, a partir de hoje por mais que todos sejam amigos de longa data, cansei disso vou tomar a frente para nada e cagar para todos, realmente tudo isso de uma vez só mais as paradas que aconteceram em outros campos da vida me deixam sobrecarregado.
Parece meio infantil, mas fica o questionamento eu realmente estou sendo?
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